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terça-feira, 30 de junho de 2015

ONDE A PÁTRIA EDUCADORA?



   Por Luiz Carlos Amorim – Escritor, editor e revisor, fundador e presidente do Grupo Literário A ILHA, com 35 anos de trajetória, cadeira 19 na Academia SulBrasileira de Letras. http://www.prosapoesiaecia.xpg.uol.com.br 

Brasil – Pátria Educadora se faz com educação de qualidade. Para um país que vem sucateando a educação de seus cidadãos há décadas, soa por demais irônico a presidente fazer deste o lema para o seu segundo e mais desatroso “governo”.
O ensino – que faz parte da educação, conforme o dicionário – foi perdendo qualidade nun crescendo assustador, durante o governo do PT e está aí o resultado: crianças no terceiro, quarto ano, que não sabem ler e escrever, jovens que não sabem se comunicar – não conseguem escrever ou ler um bilhete, não conseguem interpretar um texto; escrever uma redação, então nem pensar. Isso sem contar as escolas sem manutenção, sem equipamento, professores mal pagos, etc., etc.
A prioridade na campanha da presidente foi o resgate da educação, a melhoria do ensino no Brasil. E o que aconteceu logo que ela assumiu o segundo mandato?  O principal alvo do corte de “despesas” do governo foi a educação: teve o maior corte de todos os ministérios, no valor de nove bilhões e meio de reais. O Fies – Fundo de Financiamento Estudantil, ficou inacessível justamente na época de inscrição dos estudantes. Em dezembro, o governo mudou as regras do programa, além de proibir a renovação de contratos que tinham sido reajustados com taxas menores do que a taxa de inflação. As “autoridades” educacionais  - leia-se MEC – fecharam o acesso ao site do Fies para conter a inscrição de dois milhões de alunos que dependem do financiamento para continuar estudando. Depois de muito protesto, o MEC prorrogou as inscrições até junho, mas não se sabe se todos os alunos conseguiram se inscrever. Aliás, o MEC reabriu as inscrições, mas dando preferência ao norte e nordeste. O corte no sul teria sido para disponibilizar em outro lugar? Programas como Pronatec e Ciências Sem Fronteiras também sofreram cortes.
Então essa é a Pátria Educadora da presidente: corte de verbas para a educação, esvaziamento do conteudo programático do ensino em todos os níveis, abandono da escolas, pagamento bem aquém do devido a professores, profissionais tão importantes na vida de todos os brasileiros, que deveriam ser melhor qualificados, também. Não é à toa que acontecem greves de professoras em vários pontos do país.
As universidades federais são obrigadas a suspender investimentos em projetos e pesquisas, para conter despesas. Há que se conter despesas de qualquer jeito. Esperemos que não tenham que diminuir o quadro de professores.
Então não parece deboche, escolher tirar a maior quantidade de recursos justamente da pasta da educação e ficar alardeando que o Brasil é uma Pátria Educadora? Onde está o ensino de qualidade? Que país é esse, que prefere que seu povo tenha cada vez menos educação?

sábado, 27 de junho de 2015

INVERNO SEM TAINHA NÃO É INVERNO


Por Luiz Carlos Amorim -  Escritor, editor e revisor. Editor das Edições A ILHA, que publicam a revista Suplemento Literário A ILHA. Cadeira 19 da Academia Sulbrasileira de Letras. Htt://luizcarlosamorim.blogspot.com.br

Fico fascinado pelo fenômeno fabuloso do tempo frio que é puxar as redes com toneladas e toneladas de tainha. É de uma beleza incomensurável.
E eu que nunca liguei muito para o peixe em si, só gostava da tainha feito cambira, aquela escalada, salgada e secada ao sol, tenho comido tainha recheada (com ova, camarão, farinha e temperos, como aprendi com minha mãe), caldo de tainha, que fica uma delícia e tainha frita. Nada como morar aqui, pertinho de onde acontece o milagre dos peixes.
Então faço água na boca da minha amiga Fátima de Laguna e ela me pede, como leitora do meu blog, que eu dê as receitas e ensine como fazer a cambira e o caldo. Muito pouca gente sabe, mesmo os nativos da ilha, pelo que tenho percebido, ao perguntar para alguns, que a cambira é a tainha escalada. A gente pega ela, já sem escamas, eviscerada, sem cabeça e abre ela de fora a fora, cortando encostadinho à espinha. Depois é só salgar, dos dois lados, bem salgado – isso é escalar, conforme quem mora na beira do mar e conforme o Aurélio, também.

Aí é só pegar um dia de sol e deixar ele secar. Não é preciso deixar torrar, em um ou dois dias ele fica marronzinho e a cambira está pronta, pode ser consumida. É  dessalgar – ferver trocando de água umas duas ou três vezes, fritar ou grelhar e comer com o que preferir, mas eu não sei de nada melhor do que um pirão de água. Ah, não sabem o que é pirão de água? É só ferver água, colocar farinha de mandioca no prato, despejar a água quente em cima e misturar. Aí é fechar a porta e comer. Faça um molho de limão com pimenta, mais ardida ou menos ardida, como preferir, e regue a cambira.
Já o caldo de tainha é feito como os outros caldos de peixe. Minha mãe ensinou assim: pique alguns tomates, sem pele e sem sementes ou como preferir. Refogue cebola e alho bem picados com manjericão ou alfavaca (não pode faltar, é condição sine qua non), acrescente o tomate e outros temperos verdes, a gosto, coloque água o suficiente para a quantidade de peixe que vai cozinhar e não esqueça o sal. Eu não ligo para a cor, mas para quem gosta, pode usar colorau ou massa de tomate. Fervendo o caldo, coloque a tainha cortada em postas e temperada anteriormente com limão, sal e manjericão. Não deixe cozinhar muito, para o peixe não se desmanchar. Já dá pra fazer o pirão com o caldo e farinha de mandioca e comer com o peixe cozido, que está uma delícia. Não é fácil?
Jaraguá, Corupá e redondezas têm o privilégio de ficar relativamente perto de São Francisco, Barra Velha, Barra do Sul, o que possibilita a tainha fresquinha no inverno. Isso é um privilégio.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

TRIBUTO AOS ESCRITORES



Por Luiz Carlos Amorim – Escritor, editor e revisor – Http://www.prosapoesiaecia.xpg.uol.com.br

E o escritor também tem o seu dia. Esse artista solitário, cujo trabalho é registrar a trajetória do ser humano no nosso planeta, seja na ficção ou na não ficção. O escritor é aquele que, em verso ou prosa, localiza o homem no espaço e no tempo, com seus costumes, sua cosmovisão, seu habitat, seus sentimentos e emoções, suas vitórias e derrotas, seu caminho pela vida.
Minha homenagem, hoje, a todos os escritores, sejam famosos ou não, tenham publicado livros ou não, livros tradicionais, de papel, ou eletrônicos. Sabemos que, mais do que nunca, surgem escritores novos, mas o mercado editorial absorve muito poucos deles, pois livro é um produto para as editoras e um produto tem que vender. Elas arriscam pouco nos novos.
A internet veio para se transformar no veículo mais democrático que pode existir, para os novos autores, pois todos podem usá-la como vitrine, colocando lá a sua obra. É claro que só os que tiverem algum talento ficarão visíveis, mas a verdade é que o espaço está lá e é de todos.
A concorrência é grande, o número de escritores é cada vez maior, mas o número de leitores ainda não é o que seria desejável. O Brasil ainda é um país que lê pouco. Temos poucas livrarias, o preço do livro ainda é muito alto e a escola não tem, no seu conteúdo programático, espaço delimitado ou suficiente para incentivar o hábito da leitura nos nossos leitores em formação.
Neste dia do escritor, conclamo todos eles para que nos unamos, e nós todos, cada um, procuremos ir a uma ou mais escolas, aquela perto de casa, por exemplo, para procurar mostrar lá a nossa obra, divulgando a literatura como um todo e incentivando a leitura.
E há que exijamos, também, a melhoria da educação em nosso país, pois o fato de termos uma sistemática de ensino de melhor qualidade implicará em estudantes mais propensos a gostarem de ler.

sábado, 20 de junho de 2015

INVERNO DE SAUDADE

 
     Por Luiz Carlos Amorim - Escritor, editor e revisor – http://luizcarlosamorim.blogspot.com.br

Não quis dizer solidão. É que o inverno chegou e uma saudadezinha escondida insiste em levantar a voz. Saudadezinha doída, vem me lembrar, atrevida, que amor a gente não esquece. Que cada carinho é um carinho, que cada ternura é só uma, que amor não morre jamais. E eu não esqueço de você. Porque gosto de você. Sei que já disse isso, mas eu gosto de você. Junto de você, gosto do frio que aconchega, gosto da chuva lá fora, a ninar nossos sonhos. E gosto do seu sorriso. Seu sorriso, minha musa, é minha casa, o meu mundo, o meu tudo. É minha luz, porto seguro, o meu horizonte, infinito. Seu sorriso é minha vida. Seu sorriso é boa vinda, é ternura do aconchego, é calor que me aquece. Seu sorriso é primavera que se espalha por seu rosto e sorri a sua boca e sorri o seu olhar e sorri seu coração e sorri a sua alma...Ah, o seu sorriso... é meu ponto de partida e meu ponto de chegada... Como vou fazer poesia, se o seu sorriso tão meigo é o verso mais bonito que jamais vou escrever? Minha poesia é você. Pra que então escrevê-la? Fiz-me poeta em você, poeta em seu amor... Vem comigo, minha musa, vem morar neste poema... Este poema, seus olhos, imenso poema de amor. Vejo nós dois espelhados, nos grandes lagos castanhos cristalinos, os seus olhos. Navegamos mansamente, nas serenas águas claras, cheias de luz e poesia. É nossa grande viagem, percorrendo os caminhos que nos levarão de encontro à descoberta de nós. Então vem, e afugenta a saudade vadia, que passeia insistente, pelo fundo dos meus olhos. Vem mandar embora essa saudade que brinca com a tristeza que transcende o meu olhar, tentando invadir meu coração para matar todas as flores que você desabrochou em mim...

terça-feira, 16 de junho de 2015

POESIA BRASILEIRA VIAJANDO O MUNDO


     Por Luiz Carlos Amorim – Escritor, editor e revisor – Presidente do Grupo Literário A ILHA – 35 anos de trajectória, cadeira 19 da Academia Sulbrasileira de Letras. Http://www.prosapoesiaecia.xpg.uol.com.br

Há pouco tempo atrás, a Cristina Davet leu uma crônica minha que sugeria que lêssemos mais para nossas crianças e comentou: “Hoje lemos poemas seus num sarau lá na casa da dona Helen Debyn. Você escreve muito, Amorim, parabéns!” Não é pra ficar feliz com uma notícia dessas

Passada a emoção, fiquei matutando cá com meus botões: mas a Cristina não mora em Genebra, na Suiça? Pois mora. E a dona Helen, que cedeu a casa para o sarau, também, e é nada mais nada menos do que  a brasileira que esteve no Salão Internacional do Livro de Genebra, procurando-me para me dar um abraço e comprar meus livros. E foram esses livros que  fizeram com que meus poemas fossem lidos na casa da dona Helen, no sarau que reuniu muita gente boa: além da Cristina, o Marinaldo, sobrinho da dona Helen, escritor de Joinville, a escritora brasileira Maria Clara Machado, que eu também conheci no Salão e mais muita gente boa que gosta de poesia.

Não é uma beleza? É sensacional ter a poesia da gente correndo o mundo, sendo ouvida em alto e bom som, na voz de outros poetas, num cantinho aconchegante da Suiça. Dona Helen é um criatura amantíssima, é um poema de ternura, só podia ser ela a acolher uma plêiade de poetas e possibilitar que acontecesse um sarau internacional. Ela foi uma das leitoras brasileiras que me procurou no Salão Internacional do Livro de Genebra, anunciando pelo sistema de som do evento que estava a me procurar.

O Marinaldo eu já conhecia aqui do Brasil, pois ele participou do Grupo Literário A ILHA, desde tenra idade.  As outras pessoas aqui citadas, eu conheci em Genebra, daí a importância da participação em Salões Internacionais do Livro. Por isso a minha atenção com os leitores de outras nacionalidades, publicando meu livro de poemas em inglês, espanhol, italiano e francês: para levar a poesia daqui a salões de Londres, da Suécia, da Itália, etc. Em 2016, estarei voltando à Suiça para esse grande evento literário e para abraçar de novo a dona Helen, a Maria Clara, a Cristina Davet e tantos outros amigos que fiz por lá. Como a Jacqueline e o Paulo, que possibilitam a participação de nós, brasileiros, em tão grande evento. Aproveitarei para participar também da Feira do Livro de Lisboa, onde estarei lançando meu livro publicado naquele querido chão português.

É muito gratificante ver o trabalho da gente viajando pelo mundo. Como quando um poeta indiano me enviou trabalho meu vertido para o bengalês e publicado em revista de lá, como quando recebi recortes de escritor russo com vários poemas meus traduzidos para a língua dele e publicados em jornais, como quando vi meu primeiro livro publicado fora do Brasil, nos Estados Unidos, etc., etc. Para um escritor de Corupá, o Vale das Águas, no pé da Serra do Mar, é um orgulho ultrapassar fronteiras, levando as letras da terra bem longe.

sábado, 13 de junho de 2015

HOJE NA FEIRA DO LIVRO DE JARAGUÁ DO SLUL



Hoje estaremos na Feira do Livro de Joinville, as 16h30min, para o lançamento do livro "A Cor do Sol". Eu e a escritora dos dedos cheios de poesia, Urda, compartilharemos espaço, ela autografando "Nossa familia aumentou". Estará sendo lançada, também a edição especial de aniversário da revista Suplemento Literário A ILHA, de junho, comemorativa dos 35 anos de circulação da revista e de trajetória do Grupo Literário A ILHA.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

POESIA CATARINENSE VIAJANDO O MUNDO


     Por Luiz Carlos Amorim – Escritor, editor e revisor – Presidente do Grupo Literário A ILHA – 35 anos de trajectória, cadeira 19 da Academia Sulbrasileira de Letras.

Há pouco tempo atrás, a Cristina Davet leu uma crônica minha que sugeria que lêssemos mais para nossas crianças e comentou: “Hoje lemos poemas seus num sarau lá na casa da dona Helen Debyn. Você escreve muito, Amorim, parabéns!” Não é pra ficar feliz com uma notícia dessas

Passada a emoção, fiquei matutando cá com meus botões: mas a Cristina não mora em Genebra, na Suiça? Pois mora. E a dona Helen, que cedeu a casa para o sarau, também, e é nada mais nada menos do que  a brasileira que esteve no Salão Internacional do Livro de Genebra, procurando-me para me dar um abraço e comprar meus livros. E foram esses livros que  fizeram com que meus poemas fossem lidos na casa da dona Helen, no sarau que reuniu muita gente boa: além da Cristina, o Marinaldo, sobrinho da dona Helen, escritor de Joinville, a escritora brasileira Maria Clara Machado, que eu também conheci no Salão, e muitos outros

Não é uma beleza? É sensacional ter a poesia da gente correndo o mundo, sendo ouvida em alto e bom som, na voz de outros poetas, num cantinho aconchegante da Suiça. Dona Helen é um criatura amantíssima, é um poema de ternura, só podia ser ela a acolher uma plêiade de poetas e possibilitar que acontecesse um sarau internacional.

O Marinaldo eu já conhecia aqui do Brasil, pois ele participou do Grupo Literário A ILHA, desde tenra idade.  As outras pessoas aqui citadas, eu conheci em Genebra, daí a importância da participação em Salões Internacionais do Livro. Em 2016, estarei voltando à Suiça para esse grande evento literário e para abraçar de novo a dona Helen, a Maria Clara, a Cristina Davet e tantos outros amigos que fiz por lá. Como a Jacqueline e o Paulo, que possibilitam a participação de nós, brasileiros, em tão grande evento. Aproveitarei para participar também da Feira do Livro de Lisboa, onde estarei lançando meu livro publicado naquele querido chão português.

É muito gratificante ver o trabalho da gente viajando pelo mundo. Como quando um poeta indiano me enviou trabalho meu vertido para o bengalês e publicado em revista de lá, como quando recebi recortes de escritor russo com vários poemas meus traduzidos para a língua dele e publicados em jornais, etc., etc. Para um escritor de Corupá, o Vale das Águas, no pé da Serra do Mar, é um orgulho ultrapassar fronteiras, levando as letras da terra bem longe.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

SOS MEIO AMBIENTE, SOS ECOLOGIA


Por Luiz Carlos Amorim – Escritor, editor e revisor – http://www.prosapoesiaecia.xpg.uol.com.br


Estamos na Semana Mundial do Meio Ambiente e o dia 5 é o Dia da Ecologia e do Meio Ambiente. Acho que, como o Dia da Água, todo dia é dia do meio ambiente, todo dia é dia de ecologia. E está mais do que na hora de nos conscientizarmos disso, pois a natureza já não está mais apenas dando avisos, ela está cansada de esperar que o ser humano se dê conta de que é preciso preservar o lugar onde vive. Ela está se rebelando, mostrando o resultado de tanto tempo de descaso e desrespeito. Estamos vendo isso no Brasil e em várias partes do mundo.

O que Mãe Natureza precisará fazer para que nos convençamos de que estamos destruindo nosso meio ambiente, nosso planeta? Como diziam meus avós, ela sempre pega o que é dela de volta. Ainda mais em ela vendo que não estamos cuidando nada do nosso planeta, não estamos levando a sério o fato de que se não tratarmos dele, ninguém o fará por nós. E tratar dele, tratar do meio ambiente é tratar de nós mesmos.

A Semana Mundial do Meio Ambiente está aí, então, para pararmos e refletirmos sobre nossas ações, tão irresponsáveis e nada preventivas para que tenhamos nosso planeta mais saudável para nós, para nossos filhos e netos.

Que meio ambiente deixaremos para o futuro, para os nossos filhos e netos? Haverá futuro para o meio ambiente, para a vida, se continuarmos a agredir a natureza, destruindo o ar, a água, o mar, o solo?

Não cuidamos do lugar onde vivemos, fragilizamos a saúde do planeta, envenenamos o ar, a água, a terra, o mar. O resultado é a nossa saúde fragilizada. Precisamos devolver a saúde ao meio ambiente, ao planeta, para restabelecer a nossa própria saúde. Com muita urgência. Porque o tempo está se esvaindo. Há que se trabalhar, e muito, com muita urgência, pelo restabelecimento da saúde do planeta. Como poderemos nos redimir, se cometemos incomensuráveis crimes contra o meio ambiente, não cuidando direito da coisa mais elementar, do mais básico, que é o nosso lixo? É assim que cuidamos da natureza?

Infelizmente nós, os seres humanos, fazemos questão de não aprender. Com todas as tragédias que vêm acontecendo nos últimos tempos, em função das variações do clima, parece que não aprendemos e continuamos a agredir a nossa Mãe Natureza, poluindo-a de todas as maneiras possíveis. Quando vamos aprender? Haverá tempo?