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quinta-feira, 19 de abril de 2012

DIA DO ÍNDIO



Por Luiz Carlos Amorim - Escritor - http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.br/

Hoje é o Dia do Índio. Não há muito o que comemorar, pois nossos índios, aqueles que ainda sobrevivem, vivem à margem, abandonados, discriminados. Então transcrevo o texto do meu livro infantil "Flecha Dourada":


Era uma vez um indiozinho, pequeno e inteligente, que vivia feliz em sua tribo, no meio da floresta, sem casa de tijolos, sem eletricidade, sem carros, sem água encanada, sem poluição nem roupas para cobrir-lhe a pele. Nem à escola ele ia, porque os índios, desde pequenos, aprendem tudo o que vão precisar para viver com os seus pais e com as pessoas da tribo mais velhas que ele.

Seu nome era Flecha Dourada. Ele não conhecia televisão, mas brincava muito, pois os índios pequenos como Flecha Dourada aprendem as coisas brincando.

Ele brincava nas árvores, que respeitava, como se deve respeitar um ser vivo: aprendera a cuidar delas, pois os índios só as cortam para fazer as ocas, onde vivem, e para fazer artefatos, como cumbucas ou tigelas, arco e flecha, canoas e outros objetos de adorno ou para sua sobrevivência. Além disso, elas servem de casa para os pássaros, dão sombra quando o sol brilha forte, mantém o ar que respiramos sempre puro e dão frutas que são o seu alimento.

Brincava nos rios, de águas limpas, de onde também tiravam água para beber e onde pescavam os peixes para comer. Flecha Dourada sabia que não devia jogar nenhum tipo de lixo nas águas do rio, para não poluí-lo e não deixá-lo morrer.

Brincava no meio das plantações de mandioca, fonte de alimento, pois com ela faziam farinha e biju. Além disso, eles comiam as frutas que havia em abundância, além dos peixes e da caça, que existia em grande quantidade.

Brincava também com os animais e as aves, suas amigas, pois era com eles que dividiam a floresta, sua casa.

Os índios só matavam aves ou animais para comer.

A tribo de Flecha Dourada não tinha religião, como a nossa, mas eles acreditavam numa força superior e a adoravam em forma de totens, esculturas feitas em troncos de árvores, trovões e alguns animais.

Eles sabiam fazer verdadeiras obras de arte, coisas que nós, brancos, chamamos de artesanato, como cestos de cipó, arcos e flechas e outros artefatos de madeira e também de pedra, como machadas, canoas, as ocas e tantas outras coisas, que a cultura indígena era rica e muito diversificada. Eles sabiam fazer tudo aquilo de que precisavam.

Não conheciam o homem branco, ou seja, nós, as pessoas da cidade, de pele mais clara do que a deles. Para eles, o mundo era aquela floresta, onde viviam: a sua floresta. E eram felizes assim.

Um dia, no entanto, apareceram na tribo alguns homens diferentes: cobertos de panos, cabelos engraçados, muitos pelos pelo corpo, enfeites estranhos, como coisas brilhantes penduradas no braço, coisas brilhantes no rosto, etc. Traziam muitos objetos que Flecha Dourada nunca tinha visto antes. Falavam uma língua que ele e os outros índios da tribo não entendiam. Fumavam não o cachimbo do Pajé, mas um canudo branco. Bebiam não o líquido fermentado que a tribo fazia, mas alguma coisa de cheiro muito forte que saía de um pote brilhante, não de barro como os índios faziam, mas de garrafas de vidro.

Traziam pequenas caixas pretas, que apontavam para todas as direções, soltando pequenos relâmpagos e faziam "clic", um ruído engraçado.

Todas aquelas novidades tumultuavam a vida tranqüila da tribo. Os homens brancos ensinavam hábitos novos aos homens da tribo, fazendo-os provar da sua bebida, mostrando-lhes objetos pesados de metal que imitavam o trovão e que depois Flecha Dourada entendeu serem armas poderosas. Os homens brancos presenteavam bugigangas e faziam os índios provarem comidas novas e prontas, confundindo os costumes tradicionais.

Flecha Dourada a tudo observava e pensou:

- Nós não precisamos de tudo isso. Nós já temos tudo o que precisamos.

E ele tinha razão. Aqueles homens brancos foram embora, mas outros vieram, pois agora sabiam o caminho. E os índios já não podiam mais ter a vida pura, tranqüila e feliz de até então: agora havia os costumes brancos, diferentes e nem sempre bons. Até doenças novas eles trouxeram, como a gripe, que antes não conheciam e que podia matá-los, já que não tinham nenhuma defesa contra ela.

Os índios ficavam doentes, os homens brancos traziam remédios e junto com os remédios outros costumes brancos e mais homens brancos. A tribo não era mais a mesma com aquela invasão que estavam sofrendo. A sociedade dos índios, perfeita e sábia, em comunhão com a natureza, estava se perdendo.

Flecha Dourada chorou.

- Por quê o homem branco não era igual ao índio? – perguntava – O que será de nós, agora, se não somos nem índios nem brancos?

Ninguém respondeu. Apenas um soluço doído e o pio de uma ave solidária com a sua dor se ouviu.

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IRMÃO ÍNDIO

Luiz Carlos Amorim

Cadê teu espaço,
tua terra?
Onde está a tua liberdade?
O homem branco veio,
invadiu teu chão, tua casa,
ensinou a mentira,
descaracterizou o teu povo,
desmanchou a sociedade perfeita
que a tua gente tinha...



Marginalizaram-te,
Índio irmão,
Tu, o brasileiro legítimo,
único dono destas terras
tupiniquins...

 
Estão te exterminando,
Índio Irmão,
e não te deixarão, jamais,
voltar a ser o que foste...
Tiraram-te a Pátria,
expulsaram-te da terra,
apressaram o teu fim...





quarta-feira, 18 de abril de 2012

VENDA DE LIVROS INVENDÁVEIS

Por Luiz Carlos Amorim – Escritor – http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.br/


Já falei algumas vezes do Projeto Floripa Letrada, aqui de Florianópolis, no meu blog. O projeto consiste em colocar à disposição dos usuários do transporte coletivo da capital, em pelo menos três terminais – um deles o do centro – estantes ou armários com livros recebidos em doação. As pessoas que transitam pelos terminais podem pegar os livros para ler ali mesmo no terminal, enquanto esperam, ou podem levá-los para casa. O objetivo é que os livros retornem ao projeto, para que outras pessoas possam usufruir deles. O que não acontece, infelizmente.

A verdade é que há quem pegue livros às pilhas, mas nem sempre é para ler. Já conversei com donos de sebos que me confessaram que já tiveram ofertas de livros para compra e revenda que tinham o carimbo do projeto Floripa Letrada. O que quase fez o projeto ser suspenso, pois escrevi a respeito e a crônica foi lida por alguém próximo ao prefeito.

Mas hoje aconteceu algo mais grave ainda. Uma pessoa próxima foi abordada no centro de Florianópolis, convidada a comprar livros que reverteriam em prol de uma associação de ajuda a filhos de presidiários. A pessoa interpelada, sensibilizada, comprou um livro de Cristóvão Tezza, por cinco reais, pensando estar a fazer uma boa ação. A chegar em casa, folheando o livro, encontrou carimbos do Projeto Floripa Letrada, da Prefeitura de Floripa, indicando, inclusive, que os livro não poderia ser vendido.

Então, infelizmente, constata-se que estão pegando os livros do projeto para vender, ainda. Como não deu certo com os sebos, estão enganando as pessoas de boa fé, contando histórias tristes e vendendo livros que não podem ser vendidos.

Muito triste isso. Pegar o livro no projeto, levar para ler e não devolver já é uma falta de respeito, pois o aluguel é gratuito e prevê a devolução. Mas pegar livros aos montes para vender, enganando as pessoas, aí é demais.

terça-feira, 17 de abril de 2012

FEIRA CATARINENSE DO LIVRO

Por Luiz Carlos Amorim – Escritor – http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.br/




Recebi, esta tarde, convite da Câmara Catarinense do Livro para a 5ª Feira Catarinense do Livro, que será realizada de 2 a 12 de maio, no Largo da Alfândega, ao lado do Mercado Municipal de Florianópolis.

Estava estranhando que não se falava nada da feira do livro da capital, pois sempre há uma no início do ano e outro no final do ano. Até comentei em uma crônica sobre a Feira do Livro de Joinville, que não havia nada, ainda, sobre o evento daqui.

Pois parece até um pouco irônico a Feira Catarinense do Livro ser anunciada, sem nenhuma atração importante, como um escritor de renome nacional, juntamente quando está acontecendo, em Joinville, a maior feira do livro já realizada aqui no nosso Estado. Grandes nomes da Literatura Brasileira, das Artes, da Cultura, como Martinho da Vila, Affonso Romano de Sant´Anna, Ana Maria Machado – presidente da Academia Brasileira de Letras, Fernando Moraes e os atores Marcos Palmeira e Eliane Giardini, entre outros, estão desfilando pela grande feira do livro que Joinville está fazendo.

Aqui, no entanto, a feira daqui de Florianópolis traz estandes para venda de livros. Como diz o próprio comunicado da Câmara Catarinense do Livro, “O principal objetivo do evento é o incentivo ao hábito leitura, levando a toda população livros novos, de todas as áreas do conhecimento, com preços acessíveis e momentos culturais como lançamento de livros, sessões de autógrafos, apresentações culturais e exposições de trabalhos literários, assim contribuindo com a cultura em Santa Catarina.” Espero que os preços dos livros sejam menores do que os praticados nas livrarias.

A gente acha que não pode ficar pior, mas de alguma maneira é possível, sim. Para completar, o comunicado anuncia, também, que “nessa 5ª Feira Catarinense do Livro, não haverá o Estande dos Escritores - os Lançamentos dos Livros e Sessões de Autógrafos acontecerão em mesas distribuídas no interior da feira em locais de circulação dos visitantes.” Podemos fazer lançamento de livro, mas a venda de nossos livros, durante todo o decorrer da feira, não será possível, pois não haverá, mais o Estande do Escritor Catarinense.

Como eu dizia, enquanto Joinville realiza a maior feira do livro catarinense, Florianópolis vê a sua diminuir cada vez mais... O que falta? Apoio oficial, apoio da iniciativa privada, o quê? Joinville conta, segundo os organizadores, com o patrocínio do Governo Federal, Ministério da Cultura, Transpetro e Britânia, além do apoio do Proler, Lei de Incentivo à Cultura e Univille. E nós?

domingo, 15 de abril de 2012

O RIBEIRÃO AÇORIANO EM FLORIANÓPOLIS



Por Luiz Carlos Amorim – Escritor – http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.br/


Minha filha Fernanda está nos visitando e ela e o marido dela, que é francês, encontraram uma padaria francesa na Ilha. Trouxeram um delicioso pão francês, típico, com uva passa e nozes, e alguns pastéis de Belém. O pastel de Belém, doce típico português, deu uma saudade danada de Lisboa e de tantos outros lugares daquela terra irmã e também de Daniela. Vontade de voltar lá para visitar tudo o que faltou visitar, rever minha outra filhota que está por lá, fazendo mestrado, e comer aquele pão português que só se faz lá, beber aqueles vinhos fantásticos – do porto, verde, etc., provar de novo aqueles queijos deliciosos, aqueles azeites puríssimos, pastéis de Belém, pastéis de bacalhau...

Então, para matar um pouquinho da saudade, fomos visitar de novo o Ribeirão da Ilha, o lugar mais açoriano de Florianópolis e um dos lugares mais bonitos também. O Ribeirão da Ilha fica no sul da Ilha de Santa Catarina e é o lugar onde a colonização açoriana começou, pois ali é que se instalaram as primeiras famílias que vieram dos Açores.

Independente disso, o lugar é lindo e pacato, um reduto de paz e tranquilidade. É verdade que é longe do centro, mas isso talvez colabore para a serenidade que a gente ainda encontra lá. O caminho pode ser tumultuado, em alguns trechos, por causa do trânsito, mas chegar ao Ribeirão da Ilha é chegar a um oásis. As casinhas açorianas são a marca registrada. As ruas estreitas também. Há vários restaurantes que servem frutos do mar e a gastronomia é diversificada e boa.

Já falei, em outra crônica, do EcoMuseu, um museu que fica anexo a uma pousada e oferece, além de livros e muita informação sobre o início da colonização pelos açorianos, a oportunidade de se conhecer uma casa daqueles tempos idos exatamente como ela era usada pelos primeiros colonizadores. Assim como equipamentos agrícolas e autênticos engenhos de farinha de mandioca.

Há muitos lugares lindos na ilha. Mas esse pedacinho de terra na beira da praia que se chama Ribeirão da Ilha conquista o coração da gente e faz a gente voltar outra vez e outra vez. Tenho vontade de conhecer os Açores para comparar os vestígios açorianos que temos aqui com o original. Pretendo fazer isso. Breve.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

SEMANA DO LIVRO INFANTIL

Por Luiz Carlos Amorim – Escritor – http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.br/


Florianópolis instituiu a Semana Municipal do Livro Infantil e a terceira edição do evento já começou, no dia 12 e vai até o dia 18. Muita contação de histórias, lançamentos de livros infantis, varal literário, sarau poético, teatro, música e oficinas de formação para mediadores de leitura estão acontecendo em vários pontos da capital. São atividades para reforçar o incentivo ao hábito da leitura nos leitores em formação, que merecem todo o nosso aplauso.

Precisamos incutir o gosto pela leitura em nossas crianças, cada vez mais, pois o índice de livros lidos por ano por cidadão está baixando, quando o ideal é que aumentasse. Há cinco anos atrás, a média de livros lidos por cada brasileiro era de 4,7. Atualmente esse número baixou para quatro. Tudo o que pudermos fazer para que nossos jovens leiam mais é importante, pois o sucesso na vida adulta vai depender do conhecimento e da cultura que eles puderem adquirir. Indo à escola, estudando nos livros, lendo muito, pesquisando sempre.

É na infância que se adquire os bons hábitos. Se adquirirmos o gosto pela leitura quando crianças, será muito mais fácil ler, estudar, atualizar-se e preparar-se para enfrentar o mercado de trabalho na juventude.

Nossa literatura infantil é muito rica e pode, com certeza encantar os pequenos leitores, despertando-lhes a curiosidade para ler mais, para continuar lendo sempre.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

SAÚDE EM SANTA CATARINA

Por Luiz Carlos Amorim – Escritor – http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.br/ 


O SC Saúde, novo plano de saúde dos servidores estaduais em Santa Catarina virou piada. A verdade é que este plano, que substituiu a Unimed, dizia, antes de entrar em funcionamento, há dois meses e pouco, que tudo estava certo, organizado: médicos, clínicas e hospitais contratados, prontos para atender.

O que temos visto não é nada disso: jornais e emissoras de televisão de Florianópolis tem mostrado as provas das irregularidades no SC Saúde, diversas delas que deixam a maioria dos servidores sem assistência médica. Médicos sem registro na especialidade que a SC Saúde lista em seu site, médicos com a indicação que estão atendendo pelo plano mas nem sequer se inscreveram ou já pediram para serem retirados da lista, médicos listados duas ou três vezes na lista, o que dá um total considerável de credenciados, mas que não espelha nem de longe a realidade. E o usuário do plano fica sem médico, pois o médico que tinha no plano anterior não é mais credenciado e há especialidades nas quais o SC Saúde não tem nenhum médico aqui na capital, por exemplo.

É uma bagunça generalizada que vem sendo denunciada desde antes do plano entrar em funcionamento, mas parece que o governo não está muito preocupado com isso. O Secretário da Administração de SC foi entrevistado hoje sobre o que estava acontecendo e, apesar de mostradas as irregularidades, apesar de provadas as falhas do plano, aquele senhor insiste em afirmar, como sempre, que não há irregularidades no plano. Que ainda estão “organizando”, que o plano só tem setenta e poucos dias, etc.

Acontece que os problemas vem sendo denunciados desde o final do ano passado e, ademais, a organização deveria ter sido feito antes do plano entrar em funcionamento. Será que o ilustre secretário acha que todo mundo é idiota? Ele acha que ninguém está vendo as falhas, que o usuário que está sentindo na pele o drama de não encontrar médicos para ser atendido não está indignado com o descaso do governo com a saúde do seu servidor?

Atenção, senhor governador: será que não está na hora de trocar o secretário de administração, se é ele quem comanda o SC Saúde? Já faz quase meio ano que esta novela se arrasta, está na hora de tomarem providências.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

O LIXO PESADO

Por Luiz Carlos Amorim – Escritor – http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.br/


Em uma matéria sobre coleta de lixo seletivo, no Jornal do Almoço, foi levantado o fato de que todos somos responsáveis pelo lixo que produzimos. E acho que isso deve ser lembrado, porque há quem pegue seu lixo não doméstico e jogue em qualquer lugar.

Há, também, o outro lado, o fato de que pagamos, e bem, para que nosso lixo seja coletado. Em Florianópolis, a Comcap faz duas coletas, a de lixo comum e de lixo seletivo. Desde o início de abril, está fazendo uma terceira coleta, de lixo pesado, aquele que as duas outras coletas não levam: eletrodomésticos velhos, como geladeira, fogão, etc., e móveis, por exemplo, para os quais não havia destino. Por isso acabavam sendo desovados em terrenos baldios.

A proposta inicial é passar em cada bairro uma vez por ano, já que são 76 bairros e o caminhão para fazer o serviço parece ser apenas um. Mas conforme vimos no site da prefeitura, se houver quantidade de lixo maior, deve-se entrar em contato para pedir o recolhimento.

Em São José, as coletas normais são feitas da mesma maneira, mas para lixo pesado é um pouco diferente. Conforme o setor responsável na prefeitura, a coleta de lixo pesado passa uma vez por semana nos bairros, mas como os bairros são grandes e eles não passam em todas as ruas, há um roteiro que os usuários não conhecem, a princípio. O morador pode ligar para lá e pedir que eles passem. Eles agendam e passam para pegar. Aqui em casa não vieram hoje, apesar de agendado, porque o tempo estava ruim.

De qualquer maneira, o fato de podermos pedir que o caminhão do lixo pesado passe quando temos coisas grandes para serem levadas é muito bom. Esperemos que funcione.

O que a prefeitura de São José deveria fiscalizar – e a de Floripa também – é o descarte de lixo como escombros, pneus, etc., que são deixados em vários locais e não só em terrenos baldios, como beiradas de rua, calçadas, lugares movimentados e perto de comércios, às vezes. Acho engraçado que o lixo é descarregado e ninguém questiona, não ligam para a polícia ou para a prefeitura para denunciar. Devemos coibir esse tipo de desrespeito, porque enfeia as nossas cidades.