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sábado, 21 de fevereiro de 2015

A ÁGUA E NÓS


Por Luiz Carlos Amorim – Escritor – http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.br/


O sol deste verão está muito forte e tem chovido pouco onde é preciso que chova muito para encher reservatórios de água que abastecem muitas cidades. Mas temos tido tempestades e enchentes, em muitos lugares, depois de um Janeiro muito seco. As temperaturas têm passado de trinta e se aproximado dos quarenta. E a sensação térmica já superou os quarenta. No sol, termómetros já medira mais de cinquenta graus.

Isto me faz pensar na estiagem em tantos lugares pelo Brasil, que faz secar os reservatórios e desaparecer a água tão necessária nas torneiras dos brasileiros.
Sem água não há vida e, ao mesmo tempo que falta água potável, temos tempestades de verão que fazem com que muitas pessoas percam tudo nas enchentes, deslizamentos, etc.
Na verdade é irônico, pois temos enchentes quando falta água na torneira, mas de há muito tempo falta planejamento na gestão da coisa pública, pois deveríamos ter pensado há décadas no que está acontecendo hoje, para prevenir. E deveríamos ter feito melhor manutenção, renovação e ampliação das nossas redes de distribuição de água, assim como fazer planejamento para o aumento na captação e no tratamento. Os rios estão secando, os reservatórios, poucos para o consumo atual, também.

Os encanamentos envelhecem e ficam obsoletos, com vazamentos que não podem ser tolerados hoje em dia e a população, por sua vez, vai aumentando dia a dia, sem que a produção de água seja pensada para acompanhar esse crescimento.
A falta de água na minha casa, nestes últimos tempos, chegaram a três dias continuados, por causa da chuva, das tempestades e das enchentes, que inviabilizam o tratamento de água que é precário e insuficiente, vejam que contraponto: muita água lá fora e nada de água nas torneiras.
Será que todo esse descontrole do clima tem a ver com o nosso cuidado com o meio ambiente? Dúvida cruel, não?

Alguns gestores da coisa pública, ao invés de planejarem a longo prazo as providências para que a água não falte, querem cobrar mais caro a água que os cidadãos consomem! Só que esse dinheiro, todos sabemos, não vai ser usado para prevenir a falta d´água. Infelizmente.

Há que os conscientizarmos que a natureza não aceita o pouco caso de nós, seres humanos. Ela está cobrando o preço do descaso, do desrespeito, do deboche. Precisamos acordar, será que há tempo?

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

A FALÊNCIA DA CULTURA BRASILEIRA


Por Luiz Carlos Amorim – Escritor, editor e revisor – http://luizcarlosamorim.blogspot.com.br

Está no ar um novo Big Brother Brasil. Só o fato de haver uma nova edição dessa coisa sofrível que chamam de reality show, já é um retrocesso. São mais de dez edições, atestando que, realmente, uma boa parte dos brasileiros faz questão de se revelar um povo subdesenvolvido, praticamente sem cultura nenhuma, ao absorver um programa de tão baixa qualidade. Felizmente há quem saiba escolher e opte por um programa não tão ruim da televisão, ou pela leitura de um livro, ou por ver um bom filme, ouvir boa música, assistir uma boa peça de teatro.

Em alguns países, a moda – ou a praga - até passou, mas no Brasil, não. Há até quem assine um canal de TV paga que mostra a “atividade” na casa vinte e quatro horas por dia. E são milhares de assinantes.

O tal Big Brother não tem nenhum ponto positivo e a cada edição fica pior. As piores qualidades dos participantes do “show” são valorizadas, para dar mais “ibope”. Vale tudo: baixaria, mau caráter de uns e outros, até sexo. Até estupro  embaixo do edredom já houve. Virou escândalo nacional e acabou exacerbando a curiosidade e até aqueles que não viam o malfadado programa, acabaram dando uma “espiada”.

O brasileiro precisa analisar melhor o que anda consumindo. Há que saber escolher o que ver na TV, há que se ler um bom livro, de vez em quando, estudar mais, fazer cursos para se encaixar melhor no mercado de trabalho e melhorar a renda. Precisamos gerenciar melhor o nosso tempo. Precisamos elevar o nosso nível de cultura. E não venham, por favor, me dizer que “não podemos fazer tudo isso porque somos pobres”. Sempre podemos aprender mais.

Felizmente há quem abomine o tal BBB e sempre temos esperança de que esta seja a última edição. Mas o atestado da nossa falta de cultura só acabará, só deixará de invadir a telinha se nós, consumidores, espectadores, não prestigiarmos mais esse tipo de “programa”, essa alternativa altamente perniciosa para todos nós.

Compete a nós, cidadãos, seleccionarmos o que permanece na programação, pois uma produção não continuará no ar se a audiência não for boa. Se não assistirmos o que é ruim, se tivermos um pouco de critério na hora de assistirmos o que a televisão nos oferece, podemos melhorar o que nos é oferecido.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

JACATIRÕES DO BRASIL


Por Luiz Carlos Amorim – Escritor, editor e revisor – Http://www.prosapoesiaecia.xpg.uol.com.br

Neste verão, vi uma coisa que nunca tinha visto ainda. Já tinha visto o jacatirão de inverno – o manacá-da-serra – florescer junto com o jacatirão nativo, em dezembro. Mas neste início de 2014, em pleno verão, vi o manacá-da-serra, o jacatirão que foi feito para florescer em julho, fechado de flores ao lado de um jacatirão nativo, que floresce no verão e mais, perto de uma quaresmeira, o jacatirão que floresce no outono, na época da Páscoa. Não é singular? Todos os jacatirões de épocas diferentes, florescendo juntos. Coisas de nosso clima, mas é bom ver todas essas cores, que vão desde o branco até o vinho, colorindo nossos caminhos.

Tenho uma relação de amor e dor com o jacatirão. Quando perdi minha primeira filha, há bastante tempo, fazia poucos anos que eu tinha descoberto essa árvore grande e generosa, que se cobre de flores no final da primavera e fica esbanjando beleza até o final do verão, e me tornado admirador e divulgador dela. Então, quando estávamos indo sepultar minha menina, um raio de luz e cor conseguiu atravessar a névoa de dor que encobria meus olhos e eu vi as primeiras flores de jacatirão daquela temporada, numa árvore ao lado do cemitério.

Aí nasceu um pequeno/grande poema: pequeno no tamanho, mas grande no significado: “A primeira flor / de jacatirão / da primavera, / em outubro, / tem um nome: / saudade...”

A relação que temos, eu e o jacatirão, na verdade não é só de amor e dor, mas também de cumplicidade. Porque acho que ele veio me consolar numa hora em que eu precisava muito de luz para mostrar o caminho, mostrar o chão para seguir em frente, mostrar que havia esperança. Que a vida segue e que o tempo cura quase tudo, que a saudade vai se tornando companheira e a dor vai diminuindo, embora volte, às vezes, um pouquinho mais forte. Que a perda ensina a gente a valorizar mais o que se tem, ensina a amar mais e melhor a vida e nossos entes queridos.

Então gosto de todos os tipos de jacatirão: daquele nativo, que floresce no meio da mata, no verão, no nordeste da nossa Santa e bela Catarina, autêntica árvore de Natal, se enfeitando para o 25 de dezembro e a virada do ano - no final do verão ele floresce no Paraná, São Paulo e pelo Brasil afora; do jacatirão também chamado de quaresmeira, que floresce mais ao sul de Santa Catarina, no Rio Grande do Sul e também por quase todo o país, na época da páscoa, com suas flores menores mas mais coloridas. E o do jacatirão de jardim, que chamam de manacá-da-serra, que floresce no inverno.

Você, leitor de qualquer parte do Brasil, que não sabe o que é o jacatirão, preste atenção se um dia viajar aqui para o sul e sudeste: do final de outubro até final de janeiro, em vários pontos da BR 101 antes e depois de Joinville, você poderá ver as manchas vermelhas nas matas que ladeiam a estrada. Também em várias rodovias no Paraná e São Paulo, em fevereiro e março. E certamente em muitas outras regiões do pais que eu não conheço, eles podem ser admirados.

domingo, 25 de janeiro de 2015

SEBOS NA PRAIA


Por Luiz Carlos Amorim – Escritor, editor e revisor – Http://www.prosapoesiaecia.xpg.uol.com.br  

.Sou fã de sebos. Sempre fui. São uma alternativa mais barata para que consigamos manter o hábito da leitura. Pois me ocorreu um outro tipo de sebo, o sebo de praia. E existe isso? Pois então, existem, sim. Existem, porque existem pessoas abnegadas, amantes de livros, que fazem deles profissão, ganha-pão. E quando chega o verão, eles vão de mala e cuia – ou melhor, com a barraca e uma boa quantidade de livros – para a praia, oferecer variada opção de leitura para os veranistas.
Admiro essas pessoas, por levarem o livro a um lugar onde normalmente ele não seria encontrado e também por sacrificarem o seu verão trabalhando para que algum turista que esteja procurando por uma boa leitura, possa encontrá-lo sem ter que deixar a praia e deslocar-se até a cidade.
Sei que não é em toda praia que acontece isso, não sei exatamente quais delas contam com essa opção, mas aqui em Floripa, em um ou outra, podemos encontrar um cristão oferecendo livros.
É claro que eles não oferecem apenas livros, há revistas, quadrinhos, etc., como todo bom sebo, o que os torna ainda mais atrativos.
Acho ótimo que o sebo tenha chegado até a praia. Que a ideia sirva de exemplo e mais sebos nas praias de todo o nosso litoral, por todo o Brasil, apareçam e sejam prestigiados, porque não adianta existir o sebo se não comprarmos os livros que eles oferecem. Se não houver demanda, eles desaparecem. E precisamos valorizar toda iniciativa que venha para incentivar a leitura, que venha para colocar livros nas mãos de todo aquele que queira adquirir mais cultura, mais conhecimento, mais informação. A leitura nos faz viajar, pois ao recriarmos a ficção, passeamos por lugares verdadeiros ou imaginados que talvez não possamos visitar de outra maneira. Que venham os sebos praianos, que venham mais e apareçam em todas as nossas praias.
Qualquer iniciativa que privilegie a leitura, qualquer ação que coloque livros nas mãos de leitores em formação ou tenha a possibilidade de de formar novos leitores é bem-vinda. A criatividade do brasileiro nesse sentido é grande e precisamos apoiar aqueles que se dedicam a incentivar a leitura. São ideias várias, de norte a sul do Brasil, e tenho o hábito de divulgar, porque bons projetos para melhorar a cultura de nosso povo, têm que ser conhecidos e multiplicados.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

O ENEM E A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA



Por Luiz Carlos Amorim – Escritor – Http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.br

Acaba de sair o resultado do Enem realizado no final de 2014. O resultado não é nada alentador. As notas diminuíram ainda mais, na média geral, mas o desastre maior é em português e matemática. Mais de quinhentos mil estudantes tiraram zero na redação. Pior: entrevistado o Ministro da educação, ele simplesmente concordou que “não dá pra negar que a educação pública brasileira é ruim.” E ficou por isso mesmo. A nota do Enem serve para admissão no ensino superior nas universidades públicas do país, atentemos para esse fato.
Mas não é de hoje que a educação brasileira bem sendo deteriorada. Primeiro foi a mudança na duração do ensino fundamental, que passou de oito para nove anos. O governo, que dita as regras da educação brasileira, incluiu o pré no primeiro grau, com a desculpa de que algumas crianças mais carentes não podiam fazê-lo. A intenção poderia até parecer boa, mas aproveitaram para mudar também a sistemática de alfabetização, que até então tinha sido tão eficiente: pelas novas diretrizes, ensina-se aos pequenos primeiro o “abc” em letra de forma (ou de imprensa) – maiúscula - , depois dá-se sílabas a eles para formarem palavras, mesmo que eles não façam ideia do que significa o amontoado de letras. Eles aprenderão a ler por “repetição”, por insistência na visualização. Nada das famílias de sílabas, que sempre funcionaram tão bem durante tanto tempo.
E dessa maneira, as crianças têm muito mais dificuldade para aprender a ler e escrever e é comum encontrarmos, atualmente, alunos de terceiro e quarto anos do primeiro grau que não sabem, ainda, formar palavras ou reconhecê-las, nem sabendo escrever com letra cursiva. Aliás, letra cursiva é uma das coisas mais difíceis para os alfabetizandos, pois eles aprendem as maiúsculas – letras feitas quase todas com traços retos – e só depois são levados a escrever a letra cursiva, todas cheias de curvas e ligadas umas nas outras.
Para completar o quadro, o Conselho Nacional de Educação editor, há alguns nos, novas regras curriculares para esse mesmo ensino fundamental, já tão combalido: ele “recomenda fortemente” que nenhuma criança seja reprovada a partir de 2011. Ora, se está, comprovadamente, havendo dificuldade na alfabetização por ter havido mudança no sistema de ensino, implantar a aprovação automática vai piorar ainda mais as coisas, e vamos ter mais analfabetos funcionais, pessoas que nem conseguirão chegar à faculdade. Em seguida, nossos governantes baixaram lei oficializando a alfetização, agora, não mais aos sete anos, como sempre aconteceu, mas aos oito anos, concordando com a má performance do ensino vigente.
É isso que nossos governantes querem? O ensino, a educação no Brasil estão mesmo condenados à falência, pois ao invés de se investir mais nesse setor, cada vez conseguem deixá-lo pior, sem contar que pagam muito mal os professores e as escolas públicas são mal cuidadas. E os estudantes vão chegando às universidades cada vez menos preparados.
Será porque interessa que as pessoas não tenham cultura e instrução, não saibam se comunicar e se contentem com a falta de educação, de saúde, de segurança, de justiça, votando nesse governo que aí está? Não é a toa que o mesmo partido continua no poder...

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

PAZ PARA O ANO NOVO


Por Luiz Carlos Amorim – Escritor, editor e revisor – Http://www.prosapoesiaecia.xpg.uol.com.br

2015 começou e mais do que nunca ele será um ano para cuidarmos bem do nosso meio ambiente, do lugar onde vivemos, do ar, dos rios, do mar, da terra. Se não respeitarmos a natureza, ela também não terá como nos devolver respeito e segurança. É uma troca natural e justa. Então, temos que ter responsabilidade e esperança.
Temos que fazer deste ano o ano da conscientização e do propósito de cuidar do nosso lar, cuidar do nosso planeta Terra, que até aqui só fizemos tentar matá-lo. E ele está estertorando. Então, este novo ano terá que ter a marca da renovação, da certeza de que podemos mudar, de que podemos provocar mudanças em nós e no próximo, de que essas mudanças precisam começar e podem trazer, oxalá, condições de vida melhor para todos se tivermos um planeta mais vivo, mais saudável, com o meio ambiente e a natureza protegidos.
E essa esperança de um futuro melhor, sem poluição do ar do nosso planeta, da água, do mar e do solo, vai nos trazer uma coisa não menos importante: a paz. Precisamos plantar, cultivar e disseminar a paz, sem a qual todo o resto, até a esperança, será em vão. E sabemos que nós somos o instrumento da paz, os construtores da paz, os responsáveis pela sua existência e permanência.
Não podemos contar com uma transformação instantânea, com a correção dos erros do passado em um piscar de olhos. Mas precisamos começar. Com urgência. Temos que participar da renovação, com solidariedade e honestidade, fazendo cada um a sua parte.
Nossa sociedade está imersa em uma era de corrupção e mentiras e precisamos redirecionar essa energia para o cuidado necessário que temos de ter com o nosso pequeno mundo, entrando em uma nova era, esta de transparência e verdade. Impossível? Este é o ano da esperança e da realização, não haverá esperança se não tentarmos construir um futuro melhor. Temos que trabalhar e contribuir para que a natureza seja nossa aliada, neste caminho para a paz, e não nossa inimiga. Temos que parar de desafiá-la e protegê-la. Precisamos nos unir a ela para salvar nosso planeta.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

CHEGOU 2015!

Por Luiz Carlos Amorim - Escritor, editor e revisor - Http://www.prosapoesiaecia.xpg.uol.com.br                                                                                                                 

Um ano novo acaba de nascer e o sol, mesmo intercalado com a chuva, o jacatirão florido, o flamboiã espalhando vermelho pelas calçadas e pelo gramado, me dizem que 2015 será bom.

Por isso, não desejo muito deste novo ano. Peço apenas o possível: crianças na escola, velhos assistidos, educação e saúde neste nosso Brasil e por todo este mundão de Deus; trabalho para todas as pessoas e alimento na mesa de todos, em qualquer lugar; ética e honestidade em todos as atividades do ser humano, principalmente na "política" e conscientização geral de que precisamos preservar a natureza para que haja um futuro amanhã.

Que saibamos cuidar do nosso meio ambiente. Que paremos de desmatar, que possamos diminuir a poluição, para que nossos filhos e netos possam ter um mundo viável mais adiante. Não quero, para todos nós, filhos de Deus, uma felicidade instantânea e fácil; quero uma felicidade conquistada, verdadeira e merecida. Uma felicidade perene.

Quero sorriso no rosto das pessoas, mas não sorrisos tristes. Quero sorrisos iluminados, pejados de fé e esperança, que se não os houver, não haverá vida. Quero luz no olhos de toda a gente, faróis a apontar o caminho. Quero paz no coração de todo ser humano, quero carinho a semear ternura, quero uma canção em todos os lábios, a propagar a fé.

Quero pedir aos homens, principalmente aos que detém o poder, o fim das guerras, que o seu coração foi feito para abrigar a paz, e seus lábios, suas mãos e seus olhos foram feitos para disseminá-la. O homem não foi feito para deter o poder em suas mãos e com este poder destruir seu semelhante. Peço à força maior que rege o universo que erradique do coração do homem a ganância, a inveja, o ódio, a indiferença.

Não estou pedindo nada impossível, tudo o que peço pode se tornar realidade, se todos quisermos. E precisamos querer, para que este próximo ano que se inicia seja bom, seja melhor que os anteriores. Para que os nossos sonhos possam continuar, para que possamos ter esperança de realizá-los.
Felizmente, somos teimosos e não perdemos a esperança no futuro. Haveremos de ter sempre essa esperança abençoada que nos impulsiona a viver. Então, estamos impregnados de esperança e de desejo de paz para iniciar o próximo ano. Precisamos iniciar uma nova era, a era da paz, da honestidade, da conscientização, da justiça verdadeira. Utopia? Sonho? Mas o sonho é esperança! Se não tivermos sonhos, o que será da esperança? E o sonho e a esperança podem e devem nos levar à realização.
A poesia aguça a nossa capacidade de amar, de sermos solidários, de preservar a vida e a natureza, de cultivar a paz. E precisamos disso para iniciar o ano novo. Que ele seja feliz. Façamos por merecer isso.