Por Luiz Carlos Amorim – Escritor - Http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.br
Sempre defendi que a convivência com livros desde a mais tenra idade faz com que as crianças adquiram o gosto pela leitura. Já escrevi sobre isso uma ou duas vezes e atraí a ira de uma escritora e uma pedagoga, que não concordaram com a afirmação. Acontece que eu comprovei o fato, pois minhas filhas e alguns sobrinhos viveram, desde bebês, em casas com livros em estantes, em cima da mesa, no criado mudo, na mesinha da sala, em todos os lugares da casa e nas mãos das pessoas. As crianças sempre estiveram vendo o livro circular pela casa, sempre lhes foram mostrados livros com formas e cores, depois com texto e os textos eram lidos para eles.
Então essas crianças manusearam livros desde muito cedo e cresceram com a curiosidade de poder tirar tantas coisas interessantes de dentro deles, tantas histórias, tantas fantasias, e tanta descoberta, que aprenderam a ler mais cedo. Porque não é só a curiosidade que o livro desenvolve, é também a imaginação e a criatividade. E eles acabam querendo eles mesmos abrir aquele baú de conhecimentos, querem eles mesmos saber ler, querem também saber escrever para transformar em livros as histórias que eles mesmos primeiro desenham e depois contam pra gente.
E não é que, no último domingo, leio no Correio Braziliense que “estudos comprovam quanto mais cedo for desenvolvido com as crianças o hábito de acompanhar a leitura, maiores serão as possibilidades de ela ser bem-sucedida nos estudos”?
Pois é, uma reportagem de página inteira confirmando tudo o que eu havia dito há alguns anos e mais alguma coisa. Fiquei feliz de saber que uma constatação tão simples, mas que havia causado polêmica, na época, é um fato comprovado.
Crianças que vivem no seio de famílias que gostam de ler, crianças que veem o livro fazendo parte do seu dia a dia normalmente, desde que nascem, fatalmente vão gostar de ler. É só mostrar a elas, mesmo quando ainda são muito pequenas, tudo o que pode conter aquele objeto tão misterioso e tão mágico que é o livro. Portanto, é bom ver que a responsabilidade de incutir o gosto pela leitura em nossos leitores em formação não é só da escola, ela começa bem antes, dentro da nossa casa.
Uma criança que cresce com livros na mão mesmo antes de saber ler, é com certeza um adulto que terá o bom e edificante hábito da leitura.
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terça-feira, 17 de agosto de 2010
sábado, 15 de maio de 2010
MAGIA DA LEITURA
Por Luiz Carlos Amorim – Escritor – Http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.br
A professora Mariza colocou no seu blog “Mar e brisa do saber” – www.marebrisadosaber.blogspot.com , a terceira parte do magistral trabalho que fez com seus alunos de escolas de Joinville, “Magia da Leitura”. Ela já tinha mostrado, nas duas partes anteriores, muito do maravilhosa iniciativa no sentido de incentivar o hábito da leitura, de despertar nos leitores em formação o gosto pela leitura, usando três livros meus em sala de aula: “Aphrodite e as Cerejeiras Japonesas” – crônicas, “Nação Poesia” – poemas e “Flecha Dourada” – infantil.
Nesta terceira parte, ela mostra uma pequena parte do que os alunos fizeram com o livro “Aphrodite e as Cerejeiras...”, fotos, o visual caprichado dos trabalhos, vídeos com um teatrinho de fantoches sobre este humilde escriba e até uma música, feita e cantada pelos alunos. Não é excepcional? É muita dedicação e talento da professora Mariza no comando dessa juventude estudiosa e promissora que está com ela. Eu nem esperava que meus livros fossem lidos por tantos jovens – acho que foram mais de cem -, a julgar apenas pelas cartinhas dos alunos endereçadas ao meu personagem Flecha Dourada.
Fico muito honrado de ter participado, com meus livros, de um projeto tão rico e tão eficiente como esse. O objetivo de fomentar a leitura e divulgar a literatura da terra foi plenamente alcançado.
A professora Mariza colocou no seu blog “Mar e brisa do saber” – www.marebrisadosaber.blogspot.com , a terceira parte do magistral trabalho que fez com seus alunos de escolas de Joinville, “Magia da Leitura”. Ela já tinha mostrado, nas duas partes anteriores, muito do maravilhosa iniciativa no sentido de incentivar o hábito da leitura, de despertar nos leitores em formação o gosto pela leitura, usando três livros meus em sala de aula: “Aphrodite e as Cerejeiras Japonesas” – crônicas, “Nação Poesia” – poemas e “Flecha Dourada” – infantil.
Nesta terceira parte, ela mostra uma pequena parte do que os alunos fizeram com o livro “Aphrodite e as Cerejeiras...”, fotos, o visual caprichado dos trabalhos, vídeos com um teatrinho de fantoches sobre este humilde escriba e até uma música, feita e cantada pelos alunos. Não é excepcional? É muita dedicação e talento da professora Mariza no comando dessa juventude estudiosa e promissora que está com ela. Eu nem esperava que meus livros fossem lidos por tantos jovens – acho que foram mais de cem -, a julgar apenas pelas cartinhas dos alunos endereçadas ao meu personagem Flecha Dourada.
Fico muito honrado de ter participado, com meus livros, de um projeto tão rico e tão eficiente como esse. O objetivo de fomentar a leitura e divulgar a literatura da terra foi plenamente alcançado.
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