Por Luiz Carlos Amorim – Http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.br
Hoje é Dia Nacional do Livro. Este ano, particularmente, temos que comemorar, pois está acontecendo, nesses últimos meses, uma revolução significativa na configuração do livro, na sua apresentação e na maneira de lê-lo, também.
Os e-readers – leitores eletrônicos de livros digitais eclodiram e estão se popularizando. Além do Kindle, que apareceu este ano com uma nova versão, melhorada, surgiu este ano o I-pad, leitor eletrônico multimídia da Aplle, e estão vendendo bem, além de outros aparelhos similares que já estão mo mercado.
Os e-book – livros eletrônicos ou digitais, que já existiam desde a década passada, deram um salto na oferta e já representam uma fatia, pequena, talvez, de venda no mercado editorial. As editoras, pelo mundo afora – e também no Brasil – muitas delas, algumas das grandes casas publicadoras, estão aderindo ao e-book, e já existe até uma associação delas nesse sentido. Uma boa parte delas já oferece livros eletrônicos, em seus sites, e algumas pensam seriamente em lançar senão todos, mas parte de seus títulos no novo formato.
O livro de papel, tradicional, no entanto, continua com toda força e vende cada vez mais. Também na confecção do livro impresso, está havendo uma revolução: foi inventado e está sendo produzido já em escala industrial o papel de plástico, feito a partir de lixo reciclável. O que diminui o desmatamento e favorece, portanto, o meio ambiente.
Então, podemos comemorar: temos um novo formato de livro, o eletrônico, que pode ser lido no computador, no celular e no e-reader, o leitor eletrônico. Alguns destes aparelhos, aliás, lêem jornais e revistas, além de livros, além de rodar filmes, conectar-se a internet, rodar jogos e assim por diante.
Em contrapartida, o livro impresso ganha força, com um papel que não rasga, é lavável e gasta menos tinta para ser impresso.
Vida longa ao livro, portanto.
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sexta-feira, 29 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
PAPEL DE PLÁSTICO EM EVIDÊNCIA
Por Luiz Carlos Amorim – Escritor – Http://luizcarlosamorim.blogspot.com
Muito se tem falado sobre o papel de plástico, nos últimos dias: revistas, jornais, televisão. Não há como não voltar ao assunto. A nova tecnologia, nacional, é excelente alternativa para o meio ambiente, uma vez utiliza um dos lixos que levam mais tempo para se decompor na natureza, o plástico. Sem contar que a produção desse papel, a partir do plástico reciclado, evita que sejam cortadas milhares de árvores, que continuando na natureza, melhorarão o ar que respiramos.
Atualmente, são produzidas 40 toneladas de papel de plástico, pela empresa Vitopel, de Votorantim, no estado de São Paulo. Daqui a um ano, eles pretendem estar produzindo cinco vez mais do que isso, pois a aceitação do produto está sendo melhor do que o esperado.
E não é para menos: apesar de custar um pouco mais que o papel couchê, o papel de plástico é melhor do que ele, não rasga, é impermeável – lavável, portanto - e precisa de vinte por cento menos tinta para ser impresso. E o preço, como já dissemos, tende a diminuir, à medida que a demanda aumenta.
Já existem, por exemplo, escolas municipais e técnicas imprimindo seus livros didáticos com o papel de plástico. A durabilidade dos livros de plástico é maior, o que faz com que possam ser usados por mais tempo pelos estudantes.
As editoras estão testando e analisando as qualidades do novo papel de plástico e logo logo teremos no mercado livros literários impressos no produto.
A revolução na maneira de como o livro será apresentado ao leitor, daqui por diante, que passa pelo livro eletrônico, em ascensão atualmente, passa a contar agora, também, com a novidade do papel de plástico, que torna a obra impressa ainda mais durável.
Esta nova tecnologia vem confirmar a expectativa de que o livro impresso não acabará tão cedo, que não concorrerá com o e-book para sobreviver, como querem alguns, mas conviverá com ele pacificamente.
Muito se tem falado sobre o papel de plástico, nos últimos dias: revistas, jornais, televisão. Não há como não voltar ao assunto. A nova tecnologia, nacional, é excelente alternativa para o meio ambiente, uma vez utiliza um dos lixos que levam mais tempo para se decompor na natureza, o plástico. Sem contar que a produção desse papel, a partir do plástico reciclado, evita que sejam cortadas milhares de árvores, que continuando na natureza, melhorarão o ar que respiramos.
Atualmente, são produzidas 40 toneladas de papel de plástico, pela empresa Vitopel, de Votorantim, no estado de São Paulo. Daqui a um ano, eles pretendem estar produzindo cinco vez mais do que isso, pois a aceitação do produto está sendo melhor do que o esperado.
E não é para menos: apesar de custar um pouco mais que o papel couchê, o papel de plástico é melhor do que ele, não rasga, é impermeável – lavável, portanto - e precisa de vinte por cento menos tinta para ser impresso. E o preço, como já dissemos, tende a diminuir, à medida que a demanda aumenta.
Já existem, por exemplo, escolas municipais e técnicas imprimindo seus livros didáticos com o papel de plástico. A durabilidade dos livros de plástico é maior, o que faz com que possam ser usados por mais tempo pelos estudantes.
As editoras estão testando e analisando as qualidades do novo papel de plástico e logo logo teremos no mercado livros literários impressos no produto.
A revolução na maneira de como o livro será apresentado ao leitor, daqui por diante, que passa pelo livro eletrônico, em ascensão atualmente, passa a contar agora, também, com a novidade do papel de plástico, que torna a obra impressa ainda mais durável.
Esta nova tecnologia vem confirmar a expectativa de que o livro impresso não acabará tão cedo, que não concorrerá com o e-book para sobreviver, como querem alguns, mas conviverá com ele pacificamente.
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sábado, 18 de setembro de 2010
LIVRO DE PLÁSTICO
Por Luiz Carlos Amorim – Http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.br/
E já existe o papel de plástico. Uma das três revistas semanais de informação trouxe matéria a respeito, recentemente, muito interessante, por sinal. Numa época em que se alardeia o fim do livro impresso em papel, por causa dos e-readers (leitores eletrônicos), essa notícia vem confirmar que o fim de livro tradicional, como conhecido até agora, está bem longe. Ele pode até concorrer com o livro digital, mas sempre terá o seu lugar.
O papel de plástico é produzido a partir de lixo reciclável, ou seja, pacotes, garrafas, potes de iogurte, etc. A produção ainda é pequena, mas já existem gráficas imprimindo no papel de plástico, que tem semelhança com o papel couchê, que evidencia a boa qualidade. O custo ainda é um pouco salgado, mas à medida que a produção aumentar, esse problema deixará de existir.
Então, estamos frente à frente com o papel do futuro, com o papel que não destruirá árvores e consequentemente não agredirá o meio ambiente. Aliás, pelo contrário: o papel de plástico trará benefícios ao meio ambiente, pois utilizará o plástico que seria jogado na natureza, onde leva muito tempo para se decompor.
Vamos, daqui por diante, procurar dar preferência ao livro que for impresso em papel de plástico, como já fazíamos com os impressos feitos com papel reciclado.
Que a produção do papel de plástico – resultado do trabalho de pesquisadores brasileiros, diga-se de passagem – aumente, que mais editoras e gráficas se interessem pela novidade, para que aquele lixo que seria jogado fora passe a servir uma causa nobre e não fique obstruindo esgotos e bocas de lobo quando chove muito, causando enchentes.
Que venha o papel de plástico e que conviva hamoniosamente com o e-book, com o leitor eletrônico, pois ele representa um alento para o livro impresso, uma garantia a mais de sobrevida. E é mais durável, não rasga, é mais resistente: é o papel do futuro.
Menos lixo, mais livros: a equação perfeita para cuidarmos melhor do nosso meio ambiente e do futuro, uma coisa tão incerta nesses últimos tempos, por conta do nosso descaso com a natureza.
E já existe o papel de plástico. Uma das três revistas semanais de informação trouxe matéria a respeito, recentemente, muito interessante, por sinal. Numa época em que se alardeia o fim do livro impresso em papel, por causa dos e-readers (leitores eletrônicos), essa notícia vem confirmar que o fim de livro tradicional, como conhecido até agora, está bem longe. Ele pode até concorrer com o livro digital, mas sempre terá o seu lugar.
O papel de plástico é produzido a partir de lixo reciclável, ou seja, pacotes, garrafas, potes de iogurte, etc. A produção ainda é pequena, mas já existem gráficas imprimindo no papel de plástico, que tem semelhança com o papel couchê, que evidencia a boa qualidade. O custo ainda é um pouco salgado, mas à medida que a produção aumentar, esse problema deixará de existir.
Então, estamos frente à frente com o papel do futuro, com o papel que não destruirá árvores e consequentemente não agredirá o meio ambiente. Aliás, pelo contrário: o papel de plástico trará benefícios ao meio ambiente, pois utilizará o plástico que seria jogado na natureza, onde leva muito tempo para se decompor.
Vamos, daqui por diante, procurar dar preferência ao livro que for impresso em papel de plástico, como já fazíamos com os impressos feitos com papel reciclado.
Que a produção do papel de plástico – resultado do trabalho de pesquisadores brasileiros, diga-se de passagem – aumente, que mais editoras e gráficas se interessem pela novidade, para que aquele lixo que seria jogado fora passe a servir uma causa nobre e não fique obstruindo esgotos e bocas de lobo quando chove muito, causando enchentes.
Que venha o papel de plástico e que conviva hamoniosamente com o e-book, com o leitor eletrônico, pois ele representa um alento para o livro impresso, uma garantia a mais de sobrevida. E é mais durável, não rasga, é mais resistente: é o papel do futuro.
Menos lixo, mais livros: a equação perfeita para cuidarmos melhor do nosso meio ambiente e do futuro, uma coisa tão incerta nesses últimos tempos, por conta do nosso descaso com a natureza.
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