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domingo, 28 de março de 2010

CORUPÁ, SUAS BELEZAS E SUA HISTÓRIA

Seminário hoje

Construção do Seminário


Por Luiz Carlos Amorim – Escritor – http://luizcarlosamorim.blogspot.com/

Em uma crônica anterior, falei do livro sobre rios e cachoeiras de Corupá, prontinho para ser publicado, com editoração, capa, tudo providenciado, mas sem patrocínio, ainda, para fazer a obra circular. De qualquer maneira, ele deve sair, mais cedo ou mais tarde.
Enquanto isso, o livro que acharam ser mais oportuno para ser publicado, sobre a história de Corupá, está tomando corpo e o autor até me mandou o primeiro capítulo de amostra. Eu, particularmente, acho que uma obra sobre a Cidade das Cachoeiras deveria reunir as duas coisas: a história de Corupá e tudo sobre o seu imenso potencial turístico-ecológico, que se traduz na grande quantidade de belezas naturais, como dezenas de cachoeiras.
Mas o livro está sendo escrito, fruto de muita pesquisa e trabalho, e o primeiro capítulo ficou muito bom, revelando como a cidade surgiu de um caminho por onde passavam os desbravadores deste nosso sul. Fico curioso para ver a continuação, pois a história corupaense se revela muito interessante.
As fotos que ilustrarão o livro e que integram as pesquisas, também as vi, algumas, e achei espetacular. Alunos e professores do Grupo Escolar Teresa Ramos do meio do século passado, flagrantes da construção do Seminário Sagrado Coração de Jesus, um dos cartões postais de Corupá, a construção e inauguração da empresa de força e luz, nos anos vinte, enchentes de 1910, fotos da Rua Nereu Ramos, na década de 20, hotel do começo do século passado, fotos de colonizadores, peça de teatro apresentada na década de cinquenta.
Um livro assim, revelando Corupá desde o seu aparecimento até os dias atuais, com a descoberta de todas as suas cachoeiras e tantas outras belezas naturais, comporiam um uma grande obra.
Mas mesmo que seja só a história da nossa pequena-grande Corupá, já será de valor inestimável para a cidade.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

AS CACHOEIRAS E A HISTÓRIA DE CORUPÁ

Por Luiz Carlos Amorim – Escritor – Http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.br

Um amigo escritor da terrinha mandou-me, recentemente, uma mensagem me perguntando se eu tinha alguma sobre a história de Corupá, para colaborar com ele em uma pesquisa para elaboração de um novo livro.
É que ele saiu a campo e visitou pessoalmente quase todas as cachoeiras de Corupá, mesmo aquelas mais difíceis de serem acessadas, e usou este material para uma obra na qual descrevia como chegar em cada cachoeira, fornecia os números – como altura, vazão da água, distância, etc., revelando tudo sobre as tantas quedas d´água que existem no Vale das Águas.
Pois ele bem batalhando há mais de ano e não conseguiu, ainda, patrocínio para publicação do livro. Ao invés disso, prometeram-lhe publicar um livro sobre a história da cidade. Daí o pedido dele.
Ora, Corupá tem uma vocação turística inestimável, que não é suficientemente explorada. Temos turistas que procuram a cidade para ver a Rota das Cachoeiras, por exemplo, mas eles vêm por causa da propaganda boca-a-boca, que quem vem fica maravilhado e fala pros amigos, coloca na internet e isso vai divulgando as belezas que são tantas. Mas o município faz muito pouco, não aproveita oportunidades como a novela da Manchete que foi gravada no Seminário, por exemplo, há alguns anos.
Eu, pessoalmente, fiz um site sobre a cidade, com a Rota das Cachoeiras, mapas e outras atrações, comuniquei a prefeitura para que divulgassem em folders sobre o maior patrimônio corupaense, que são as cachoeiras, mas não sei nem se eles mesmos, da administração da cidade, foram lá dar uma olhada.
A verdade é que seria muito bom para Corupá que o livro sobre as cachoeiras e rios da cidade fosse publicado. E quanto a história de Corupá, ela é importante, com certeza, e poderia abrir o referido livro, de forma sucinta, objetiva, para não cansar o leitor. Enriqueceria o livro e as duas coisas se completariam.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

CACHOEIRAS E O SEMINÁRIO DE CORUPÁ







Por Luiz Carlos Amorim – Escritor – http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.br/

Corupá, a terra das Cachoeiras, localizada aos pés da Serra do Mar, no norte da Santa e bela Catarina, tem dezenas de quedas dágua. Além da Rota das Cachoeiras, no Parque Emilio Battistela, com 14 delas, existem muitas outras, como a localizada no Recanto Gaudete, da qual ainda não consegui saber o nome, a da Bruaca, que é vista quando se está chegando em Corupá e também aquela que vai sumir, se uma hidrelétrica for construída no Rio do mesmo nome. Há também a Cachoeira Véu de Noiva, no Rio São Paulo, belíssima e outras dezenas que não conheço. Esta última, a Véu de Noiva, eu conheci recentemente, quando estive num restaurante do interior. Não é à toa que Corupá é o Vale das Águas.
Mas minha incursão por Corupá, no último final de semana, começou por um almoço no Seminário Sagrado Coração de Jesus. Ele continua lindo e majestoso, com a igreja na primeira fachada e a segunda fachada em estilo meio gótico, com tijolos à vista. É um conjunto de edifícios que no final parece ser um só, imenso, mas muito bonito. Um dos cartões postais da cidade, que com toda a grande área que existe ao seu redor, transformou-se em local de grandes eventos, como shows de cantores sertanejos, reunindo grandes públicos, em torno de cinco mil pessoas ou mais.
A novidade é que lá se serve uma comida muito boa, caseira, variada e saborosa. Por enquanto, o serviço funciona apenas para eventos, mas segundo o administrador do Seminário, como o número de seminaristas diminuiu drasticamente nos últimos anos e há uma infraestrutura quase pronta, um restaurante aberto à comunidade nos finais de semana está previsto para breve. É apenas o tempo para fazer algumas reformas, atualizar o equipamento da cozinha, climatizar a sala e teremos um novo restaurante em Corupá.
Faz tempo que eu acho que a estrutura do Seminário precisava ser melhor aproveitada, então essa é uma boa notícia.