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segunda-feira, 29 de abril de 2013

UM DIA PARA A DANÇA

 

Por Luiz Carlos Amorim – Escritor – Http://luizcarlosamorim.blogspot.com

Pois então, hoje é o Dia Internacional da Dança. Dia de todas as danças: dança de salão, jazz, contemporâneo, clássica, balé. É dia até daquela dança “original”, sem nome, que só um e outro sabem dançar. Vale até aquele balançado indefinido, porque hoje é o dia da dança.
É dia para comemorar dançando. Dançando onde a gente estiver. Em casa, no meio da rua, com os amigos, com a cara metade. Há que se dançar para comemorar essa arte que faz bem pro corpo, pra alma, pro coração. Essa arte que é até remédio: é bom para pressão alta, é exercício aeróbico, é bom pra tudo.
Dedico, se me dão licença, esse dia da dança à minha filhota Daniela Cristina, que é bailarina e está em Lisboa fazendo mestrado na área.

É muito bom ver que a dança é valorizada e praticada, em academias e em festivais em Jaraguá do Sul, Florianópolis, etc. e em Joinville, onde acontece o Festival Nacional da Dança.

E já que é dia da dança, vou transcrevendo um poema meu sobre esta arte divina, ao mesmo tempo que é da natureza do ser humano: “E, no meio da magia deste tempo, eu jogo meus sentidos ao longo do corpo e na ponta dos pés de bailarinos e bailarinas, essa gente esguia que se lança no ar. Esse alçar voo no compasso da emoção, como se os pés e os braços fossem asas ao sabor do som, da música que embala e impulsiona, enlevo e encanto... Dançam meus olhos, bailarinos trôpegos, ávidos de movimento, de beleza e luz, a eternizar a arte divina e imortal na ponta desses pés...”

Dança é a poesia do corpo. Quintana já dizia, sobre dança e poesia, em “Aula Inaugural”: “... Fora do ritmo, só há danação. / Fora da poesia, não há salvação. /A poesia é dança e dança é alegria. / Dança, pois, teu desespero, dança. / Tua miséria, teus arrebatamentos, /Teus júbilos. / E mesmo que temas imensamente a Deus /Dança como David / Diante da Arca da Aliança; / Mesmo que temas imensamente a morte, / Dança diante da tua cova. /Tece coroas de rimas... / Enquanto o poema não termina / A rima é como uma esperança / Que eternamente se renova."

sábado, 27 de abril de 2013

EDUCAÇÃO E VIOLÊNCIA


   Por Luiz Carlos Amorim – Escritor – Http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.br

A violência têm aumentado, exponencialmente, nos últimos tempos. São roubos, assaltos, raptos, assassinatos, etc. Uma escalada que vem solapando a segurança dos cidadãos  brasileiros cada vez mais.

Precisamos considerar a relação da educação brasileira com o crescimento da violência e do consumo de drogas em nossas cidades. Quanto mais a educação, o ensino brasileiro se deteriora, mais a proliferação de bandidos e consumidores e traficantes de drogas se intensifica.

Se a falência da educação de nosso país não viesse crescendo nas últimas décadas, se tivéssemos uma escola pública bem tratada pelo poder público, com manutenção dos prédios escolares, equipamentos para um ensino eficaz e eficiente, qualificação de professores e salário digno para esses heróis anônimos que preparam nossos filhos para a vida adulta, não teríamos tanta falta de esperança e de respeito ao próximo.

A escola deteriorada faz com que gerações inteiras tenham menos instrução e menor capacidade de chegar ao ensino superior, implicando tudo isso em menor qualificação profissional e, consequentemente, menor poder aquisitivo. E parte dessas pessoas que não conseguem ascender na sociedade, assistindo à corrupção e impunidade por parte de políticos e “autoridades” deste país, acabam enveredando pelo caminho do crime.

Então a educação – e quando digo educação estou incluindo aí o ensino público – do Brasil vem num decrescendo há muito tempo, o que resulta em gerações cada vez menos educadas. E a educação que as novas gerações recebem de pais que já vieram de geração defasada em relação à educação tratada com descaso pelos nossos governantes, tem cada vez menos qualidade, declínio esse agravado pelo sistema de ensino cada vez mais precário.

É hora do poder público dar alguma atenção à educação brasileira, ao sistema de ensino brasileiro, para termos um país com menos violência, com menos crimes, com menos corrupção. Um povo instruído, um povo mais culto, mais inteligente produzirá mais, terá melhor qualificação e uma vida mais digna, não precisando enveredar para uma vida de crime. Saberá votar melhor e colocar representantes decentes no poder, para que esses nossos representantes cuidem melhor da coisa pública, melhorando a educação, a saúde, a segurança em nosso país. É uma bola de neve no sentido positivo, exatamente no caminho contrário daquela que está rolando atualmente.

terça-feira, 23 de abril de 2013

LIVRO, PARA SEMPRE

                                                                             


     Por Luiz Carlos Amorim – Escritor – Http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.br
Comemoramos, novamente, no dia 23 de abril, o dia Mundial do Livro. Nestes tempos de revolução no ato de ler, há que trabalhemos ainda mais para incutir o hábito da leitura.
O livro digital, ou e-book, chegou há já algum tempo, prometeu substituir o livro tradicional de papel impresso, mas não foi bem assim que as coisas aconteceram. O final da primeira década deste século e o começo da segunda marcaram o começo de uma mudança nos hábitos de ler, pois as novas tecnologias de publicação e leitura de livros chegaram para revolucionar. O Kindle, primeiro leitor eletrônico chegou e se consagrou, mas logo chegaram os tablets e ele acabou deixando de ser só e-reader para se equiparar aos outros que, diga-se de passagem, também têm a função de leitores, apesar de muito usuário nem saber disso.
Com tantos tablets sendo vendidos, finalmente, os livros digitais também começaram a ter maior acervo em oferta. Até as editoras dos livros tradicionais, algumas delas, já estão oferecendo livros também em formato digital.
Comprovadamente, o livro como o conhecemos, de papel impresso, continua forte e vendendo cada vez mais. O e-book pode crescer – e está crescendo – mas o livro tradicional vai continuar no mercado. O que vai acontecer é que os dois conviverão em harmonia.
Com a informática a serviço da leitura, a tendência é que o hábito de ler se intensifique, até porque além do livro tradicional e do livro digital, temos também o áudiolivro, que possibilita que deficientes visuais sejam também consumidores de literatura. O áudiolivro facilita, também, àqueles que não têm tempo para ler, a oportunidade de ouvir bons textos enquanto fazem outra coisa.
Então talvez devamos comemorar tanta tecnologia a serviço da leitura, mesmo considerando que o livro físico, aquele que podemos folhear, rabiscar e ler sem dependência de nenhuma fonte de energia, a não ser a nossa visão e a vontade de ler. Por isso, ele continuará firme, mesmo com todas as outras formas de leitura que existem ou que porventura poderão vir a existir.
A verdade é que devemos comemorar o livro todos os dias, essa fonte de conhecimento, de aventura e de pesquisa da trajetória do ser humano neste Planeta Terra.


domingo, 21 de abril de 2013

NOSSO PLANETA TERRA


Por Luiz Carlos Amorim – Escritor – Http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.br

Dia 22 de abril é o Dia Internacional do Planeta Terra. E é um ótimo dia para refletirmos e nos conscientizarmos de que há uma necessidade urgente, urgentíssima, de cuidarmos do nosso planeta, de pararmos de agredi-lo, de tratá-lo com o devido respeito e carinho para que possamos ter essas mesmas coisas de retorno.
O planeta Terra é o nosso mundo e, se continuarmos a maltratá-lo, a destruí-lo, que futuro poderemos esperar? A natureza é a alma da Terra. E ela está se cansando de tanto descaso, de tanto desrespeito, fato que pode ser facilmente constatado, se prestarmos atenção nas tragédias climáticas que vêm acontecendo, como tempestades, furacões, enchentes, terremotos, etc. Mãe Natureza se rebela diante de tanta irresponsabilidade do ser humano, qual seja no cuidado do seu meio-ambiente, da sua água, do seu ar, do seu mar, do seu chão.
Então é hora de pararmos para repensar nossas ações e pensar mais no nosso planeta, passar a respeitar a natureza como ela merece. Fazemos parte dela, então estamos agredindo a nós mesmos, estamos podando o nosso próprio futuro, estamos apressando o fim do lugar onde vivemos.
Para onde vamos, quando não for mais possível viver no Planeta Terra? Não foi encontrado, ainda, nenhum outro planeta onde o homem pudesse viver. E mesmo que houvesse, iríamos tomar posse dele para destruí-lo, também?
Leio a crônica da minha amiga Mary Bastian, na qual ela fala do corte de árvores indiscriminado em Joinville e do Rio Cachoeira morto, mas não sepultado. E um rio morto é um pedaço da natureza que morre com ele, árvores cortadas são outro pedaço e assim lá se vão vários pedaços, até que não sobre nada.
  Existe um Dia da Terra. Há que pensemos nisso e há que façamos com que todos os dias, cada dia seja o dia do nosso planeta. Há que tomemos atitudes, para que nos próximos anos possamos estar aqui para comemorar esse dia.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

FLECHA DOURADA

Por Luiz Carlos Amorim - Escritor - Http://www.prosapoesiaecia.xpg.comb.r

                              Para Junior, Gabriel, Ramon

        Pedro e Isabelli

            Era uma vez um indiozinho, pequeno e inteligente, que vivia feliz em sua tribo, no meio da floresta, sem casa de tijolos, sem eletricidade, sem carros, sem água encanada, sem poluição nem roupas para cobrir-lhe a pele. Nem à escola ele ia, porque os índios, desde pequenos, aprendem tudo o que vão precisar para viver com os seus pais e com as pessoas da tribo mais velhas que ele.

            Seu nome era Flecha Dourada. Ele não conhecia televisão, mas brincava muito, pois os índios pequenos como Flecha Dourada aprendem as coisas brincando.

                Ele brincava nas árvores, que respeitava, como se deve respeitar um ser vivo: aprendera a cuidar delas, pois os índios só as cortam para fazer as ocas, onde vivem, e para fazer artefatos, como cumbucas ou tigelas, arco e flecha, canoas e outros objetos de adorno ou para sua sobrevivência. Além disso, elas servem de casa para os pássaros, dão sombra quando o sol brilha forte, mantém o ar que respiramos sempre puro e dão frutas que são o seu alimento.

            Brincava nos rios, de águas limpas, de onde também tiravam água para beber e onde pescavam os peixes para comer. Flecha Dourada sabia que não devia jogar nenhum tipo de lixo nas águas do rio, para não poluí-lo e não deixá-lo morrer.

            Brincava no meio das plantações de mandioca, fonte de alimento, pois com ela faziam farinha e biju. Além disso, eles comiam as frutas que havia em abundância, além dos peixes e da caça, que existia em grande quantidade.

            Brincava também com os animais e as aves, suas amigas, pois era com eles que dividiam a floresta, sua casa.

            Os índios só matavam aves ou animais para comer.

            A tribo de Flecha Dourada não tinha religião, como a nossa, mas eles acreditavam numa força superior e a adoravam em forma de totens, esculturas feitas em troncos de árvores, trovões e alguns animais.

            Eles sabiam fazer verdadeiras obras de arte, coisas que nós, brancos, chamamos de artesanato, como cestos de cipó, arcos e flechas e outros artefatos de madeira e também de pedra, como machadas, canoas, as ocas e tantas outras coisas, que a cultura indígena era rica e muito diversificada. Eles sabiam fazer tudo aquilo de que precisavam.

            Não conheciam o homem branco, ou seja, nós, as pessoas da cidade, de pele mais clara do que a deles. Para eles, o mundo era aquela floresta, onde viviam: a sua floresta. E eram felizes assim.

            Um dia, no entanto, apareceram na tribo alguns homens diferentes: cobertos de panos, cabelos engraçados, muitos pelos pelo corpo, enfeites estranhos, como coisas brilhantes penduradas no braço, coisas brilhantes no rosto, etc. Traziam muitos objetos que Flecha Dourada nunca tinha visto antes. Falavam uma língua que ele e os outros índios da tribo não entendiam. Fumavam não o cachimbo do Pajé, mas um canudo branco. Bebiam não o líquido fermentado que a tribo fazia, mas alguma coisa de cheiro muito forte que saía de um pote brilhante, não de barro como os índios faziam, mas de garrafas de vidro.

            Traziam pequenas caixas pretas, que apontavam para todas as direções, soltando pequenos relâmpagos e faziam "clic", um ruído engraçado.

            Todas aquelas novidades tumultuavam a vida tranqüila da tribo. Os homens brancos ensinavam hábitos novos aos homens da tribo, fazendo-os provar da sua bebida, mostrando-lhes objetos pesados de metal que imitavam o trovão e que depois Flecha Dourada entendeu serem armas poderosas. Os homens brancos presenteavam bugigangas e faziam os índios provarem comidas novas e prontas, confundindo os costumes tradicionais.

            Flecha Dourada a tudo observava e pensou:                                               

             - Nós não precisamos de tudo isso. Nós já temos tudo o que  precisamos.

            E ele tinha razão. Aqueles homens brancos foram embora, mas outros vieram, pois agora sabiam o caminho. E os índios já não podiam mais ter a vida pura, tranqüila e feliz de até então: agora havia os costumes brancos, diferentes e nem sempre bons. Até doenças novas eles trouxeram, como a gripe, que antes não conheciam e que podia matá-los, já que não tinham nenhuma defesa contra ela.

            Os índios ficavam doentes, os homens brancos traziam remédios e junto com os remédios outros costumes brancos e mais homens brancos. A tribo não era mais a mesma com aquela invasão que estavam sofrendo. A sociedade dos índios, perfeita e sábia, em comunhão com a natureza, estava se perdendo.

            Flecha Dourada chorou.

            - Por quê o homem branco não era igual ao índio? – perguntava – O que será de nós, agora, se não somos nem índios nem brancos?

            Ninguém respondeu. Apenas um soluço doído e o pio de uma ave solidária com a sua dor se ouviu.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

O DESCASO DA TAM


     Por Luiz Carlos Amorim – Escritor – Http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.br

Ontem vi o quebra-pau que houve num aeroporto de São Paulo ou do Rio, quando clientes da TAM, furiosos com o descaso dos atrasos e cancelamentos de voos não aguentaram o desrespeito. Pois o descaso e desrespeito para com o usuário me alcançou. Comprei passagens para a Suiça há  alguns meses, vou viajar no início de maio. Saio de Floripa e faço escala no Rio e depois em Lisboa. A principio eu sairia de Floripa as 16h50min e chegaria no Rio às 6h17min, então esperando até as 22h35min para seguir para Lisboa.

Quer dizer: eu esperaria quatro horas e alguns minutos no Rio para embarcar para Lisboa. Mas hoje recebo novo bilhete do meu agente, antecipando a minha saída de Florianópolis para as 12h18min, chegando ao Rio as 14h20min. O horário de saída para Lisboa não mudou, o que significa que ao invés de pouco mais de quatro horas, esperarei no Rio OITO horas e alguns minutos, o dobro do tempo que constava do bilhete que recebi quando comprei as passagens.

É irônico, porque até pensei em mudar os horários de partida daqui de Florianópolis, para não chegar a um compromisso atrasado em Genebra, mas a companhia aérea cobraria multa para isso, então desisti. Agora eles mudam os horários de saída, eu espero o dobro do tempo na escala no Rio e o horário de chegada no destino continua o mesmo.

O interessante é que ninguém dá a mínima satisfação, apenas comunicam que o horário do voo mudou e pronto. Gostaria de saber quem vai me pagar a multa por mudarem o horário.

Mas o mais grave é que comprei essa passagem da TAP, que é quem faz o voo do Brasil para a Europa. A TAM é apenas consequência, ela faz o trecho aqui dentro do Brasil, é uma conveniada, digamos assim, da TAP. Será que a TAP sabe desses desmandos para com os clientes dela, por parte da TAM, aqui no Brasil?

Sei que não foi só comigo que o descaso de mudança de horário aconteceu, assim, sem mais nem menos, e acho que isso deve ser denunciado para que pare de acontecer. Quem é que fiscaliza a atuação das companhias aéreas no Brasil? É hora de tomarem providências. A gente paga uma fortuna por passagens que precisamos comprar e somos tratados com total desprezo, com desrespeito. É preciso acabar com isso.

 

terça-feira, 16 de abril de 2013

JOINVILLE E A FEIRA DO LIVRO


Por Luiz Carlos Amorim - Escritor - Http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.br
 
Fiz o lançamento de meu mais recente livro, “O Rio da Minha Cidade” – crônicas, Mencão Honrosa nos Prêmios Literários Cidade de Manaus 2011 na Feira do Livro de Joinville, uma volta às origens, pois morei quase vinte anos em Joinville. Nesse período, reuni os escritores da cidade no Grupo Literário A ILHA, que existe até hoje, prestes a completar trinta e três anos. Nos anos oitenta e noventa ainda não havia a feira do livro, mas havia a Feira de Arte e Artesanato, onde fazíamos lançamento de livros e levávamos a poesia para a praça em cartolinas penduradas em um fio, como roupas, o Varal da Poesia. Publicávamos a revista Suplemento Literário A ILHA, que continua sendo editada e fazíamos o Recital de poemas. Hoje a Feira do Livro dle Joinville, a maior do Estado, substitui o agito cultural que fazíamos em décadas passadas na Cidade da Poesia.

Um espaço amplo para as editoras e livrarias oferecerem milhares de títulos, auditório para apresentações, palestras, lançamentos, além de uma ótima praça de alimentação. E toda a estrutura do Centreventos para as oficinas, seminários, palestras, espetáculos de teatro, música e dança, etc. Sem contar a decoração, feita com pássaros e livros gigantescos, coisa que nunca havia sido feita numa feira do livro por aqui.

A quantidade de palestras, oficinas, encontros e debates quase se equipara às que estavam disponíveis no congresso brasileiro de escritores, do qual participei em Ribeirão Preto. Escritores de renome nacional, como Affonso Romano de Santana, Marina Colasanti, Mônica Buonfiglio, Ignácio de Loylola Brandão, Talita Rebouças, Roseana Murray e outros escritores e debatedores vindos de outros pontos do país e do mundo, como Rio de Janeiro, Recife, Belém, Belo Horizonte, Uruguai, Argentina estavam em Joinville. E olha que o moçambicano Mia Couto não pode vir. Uma pena.

Diversos assuntos foram debatidos durante toda a feira, como “Retratos da Leitura no Brasil”, “Ler o Mundo” – que eu já tive o prazer de assistir em Ribeirão Preto, quando Affonso Romano de Santana também participou -, “Jornalismo e Literatura”, “A família, a escola e a biblioteca na formação do leitor e do escritor”, “Mercado editorial para novos autores”, “A linguagem digital: desafios para uma outra leitura e outra textualização”, “O jornal como ferramenta pedagógica na sala de aula”, “A leitura como ação para o desenvolvimento do país”, e muitos outros.

Uma iniciativa de reconhecimento à prata da casa foi a participação dos escritores da cidade, com debates quase que diários, com vários lançamentos, com estande próprio no evento. A nova editora joinvillense, comandada pela escritora Célia Biscaia Veiga ,a Dialogar, também está presente na feira, com vários títulos publicados por ela.

A TV Senado também esteve na Feira do Livro de Joinville, para gravar entrevistas com os escritores convidados para o programa Leituras. Diversas entrevistas foram feitas, com escritores locais e com escritores que vieram de outros estados.