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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

MÚSICA E SONS

Por Luiz Carlos Amorim – Escritor

O espetáculo da série Grandes Concertos, desta terça, no Grande Teatro da Scar, prometia muito, conforme a programação oficial, inclusive publicada nos jornais do dia.

O espetáculo começou com Diana Melo, tocando marimba. Acontece que na segunda ela já esteve se apresentado e a marimba foi tocada em dois números. Então segunda foi interessante, valeu conhecer o instrumento, a novidade. Mas nesta terça, talvez pudesse ser apresentada outra coisa.

Um dos números que não estavam previstos no programa foi Daico, apresentando tambores orientais. Muito interessante. O outro número não previsto foi o organizador do evento com outros músicos tocando um instrumento que, como não se consegue ler o letreiro informativo projetado nos dois lados do palco, do meio do palco para trás, eu acho que era fagote, mas não tenho certeza. Também não consegui ler que música era, qual o autor, o arranjador, nada. Mas não pareceu música, foi uma coisa meio esquisita. O dono da casa, quase no final, no intervalo entre um sopro e outro gritou alguma coisa, ficou mais esquisito ainda.. Perdoem-me os entendidos, mas realmente foi esquisito. E o público aplaudiu, ao final, sim. Mas parte daquele público estava aplaudindo até as pessoas que entravam para colocar e tirar instrumentos do palco.

Então apesar de um pouco decepcionado, pois o festival é de música, e não de sons, gostei de “Thaís”, tuba e harpa, e o último número, “Estampas Criolas”, com violino e violoncelo e um pouco dos tambores.

Uma outra coisa boa da noite foi que encontrei lá no Scar a minha amiga escritora e jornalista Sonia Pillon, que me convidou para uma antologia que reunirá cronistas do jornal O Correio do Povo.

Insisto que os letreiros informativos nos lados do palco precisam ter letras maiores, para que todo o público possa ler. O espaço na tela é suficiente, pois são apenas poucas linhas e mais da metade do espaço ficava em branco.

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