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domingo, 7 de abril de 2013

FESTEJANDO A CULTURA EM JOINVILLE


   Por Luiz Carlos Amorim – Escritor – Http://luizcarlosaamorim.blogspot.com.br

Estive na sexta-feria, dia 5, na Feira do Livro de Joinville e gostei muito do que vi. Não tinha participado da feira no ano passado, quando ela já tinha sido transferida para o Expocentro Eduardo Doubrava, no Centreventos Cau Hansen.

Um espaço amplo para as editoras e livrarias oferecerem milhares de títulos, auditório para apresentações, palestras, lançamentos, além de uma ótima praça de alimentação. E toda a estrutura do Centreventos para as oficinas, seminários, palestras, espetáculos de teatro, música e dança, etc.

Pela quantidade de oficinas, seminários, palestras, encontros, fiquei com a impressão de que a Feira do Livro de Joinville é quase uma Bienal – guardadas as proporções no número de expositores, é claro -, ao mesmo tempo que parece um congresso de escritores, como o que participei no ano passado em Ribeirão Preto, pela quantidade de escritores, professores e pensadores que estão lá para compartilhar experiência e conhecimento.

Realmente, a quantidade de palestras, oficinas, encontros e debate quase se equipara às que estavam disponíveis no congresso. Escritores de renome nacional, como Affonso Romano de Santana, Marina Colasanti, Mônica Buonfiglio, Ifnácio de Loylola Brandão, Talita Rebouças, Roseana Murray e outros escritores e debatedores vindos de outros pontos do país e do mundo, como Rio de Janeiro, Recife, Belém, Belo Horizonte, Uruguai, Argentina. E olha que o moçambicano Mia Couto não pode vir. Uma pena.

Diversos ssuntos foram e serão debatidos durante toda a feira, como “Retratos da Leitura no Brasil”, “Ler o Mundo” – que eu já tive o prazer de assistir em Ribeirão Preto, quando Affonso Romano de Santana também participou -, “Jornalismo e Literatura”, “A família, a escola e a biblioteca na formação do leitor e do escritor”, “Mercado editorial para novos autores”, “A linguagem digital: desafios para uma outra leitura e outra textualização”, “O jornal como ferramenta pedagógica na sala de aula”, “A leitura como ação para o desenvolvimento do país”, e muitos outros.

Uma iniciativa de reconhecimento à prata da casa foi a participação dos escritores da cidade, que compõe a Confraria dos Escritores, com debates quase que diários, com vários lançamentos, com estande próprio no evento. A nova editora joinvillense, comandada pela escritora Célia Biscaia Veiga ,a Dialogar, também está presente na feira, com vários títulos publicados por ela.

É reconfortante ver a cultura e a literatura serem festejados numa feira tão diversificada. A capital catarinense precisa se espelhar nesse exemplo.

 

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