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sábado, 16 de janeiro de 2010

CLÁSSICO E CONTEMPORÂNEO

Por Luiz Carlos Amorim – Escritor – Http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.br

Andei lendo “Crepúsculo”, o primeiro livro da saga dos vampiros “bonzinhos” e até gostei, apesar da rasgação de seda para a beleza dos “sanguessugas”. O sucesso da série de livros que está se transformando um por um em filmes – o terceiro já está a caminho – não é à toa. A autora tem fôlego e está abordando o tema de maneira nova, original, talvez daí o seu êxito.
Tanto gostei que não li o segundo volume, mas assisti o filme e estou lendo o terceiro, “Eclipse”.
Não sei ainda como é que tudo vai terminar – já existe um quarto livro, “Amanhecer” – mas o que estou achando interessante é um desdobramento literário que exteriorizou a obra. Desde o primeiro volume, “Crepúsculo”, a narradora cita o clássico “O Morro dos Ventos Uivantes”, de Emily Bronte, como leitura preferida da heroína da história e depois também do “mocinho”. E não é que a o livro passou a vender mais, por conta da citação nos livros da popular coleção dos vampiros?
Há até uma nova publicação do romance, com a capa em preto, branco e vermelho, imitando as capas da saga que começou com “Crepúsculo”, com a edição esgotada, partindo para uma nova.
Parece uma boa coisa um sucesso literário contemporâneo alavancar a leitura de um clássico.

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