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terça-feira, 6 de abril de 2010

FEIRAS DO LIVRO

Por Luiz Carlos Amorim – Http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.br

E será aberta a temporada de feiras do livro, depois de amanhã, quando começa a Feira do Livro de Joinville. Não digo isso levianamente, mas porque realmente as feiras do livro suceder-se-ão, daqui por diante, por toda Santa Catarina, pelo Rio e por outros estados, até a de Porto Alegre, no final do ano.
Serão várias oportunidades, em diferentes cidades e em diferentes estados, de oferecer todo tipo de livro aos cidadãos já leitores e também àqueles que ainda não têm o hábito da leitura. Algumas das feiras, inclusive, como a de Florianópolis, de Joinville e de Porto Alegre e outras, acontecem na rua, na praça, no caminho do transeunte. Essa é uma ótima maneira de conquistar novos leitores: colocar o livro no seu caminho.
Em Joinville, começa no dia 7 a sétima edição da Feira do Livro da cidade, na Praça Nereu Ramos. O sucesso da feira tem sido crescente e a desse ano tem muito boas perspectivas. É uma semana de oferta de milhares de livros e de uma programação paralela interessantíssima, com lançamentos, apresentações artísticas, sessões de leitura com crianças das escolas, concursos e presença de grandes nomes da literatura.
Em Florianópolis, começa no início de maio a Feira de Rua do Livro, no Largo da Alfândega, ao lado do Mercado Municipal, congregando editores, livreiros, distribuidores, universidades, entidades literárias e fundações culturais, entre outros, com o objetivo de promover e divulgar o livro e a leitura.
Em Santa Catarina, a cada mês há uma feira do livro: em Jaraguá do Sul, em Balneário Camboriú, Itajaí, Joaçaba, Blumenau, Criciúma, Chapecó, etc. Algumas começaram recentemente, mas algumas realizam a feira há anos, como Balneário Camboriú. E outras já estão programando a sua implantação.
No Rio Grande do Sul, também existem feiras pelo estado, mas a mais antiga, talvez do país, é a Feira do Livro de Porto Alegre, fundada em 1955. Ela é realizada na Praça da Alfândega, em novembro, ao ar livre.
Como já comentamos antes, em outras crônicas, talvez o preço dos livros, praticados nas feiras, não seja tão menor do que aquele praticado nas livrarias estabelecidas. Mas o fato de reunir uma gama quase infinita de opções e de colocar o livro em ruas e praças por onde o transeunte está passando, é um grande estímulo para que aumente o número de leitores neste país. Sem contar as promoções paralelas – seminários, palestras, mesas redondas, sessões de autógrafos, concursos, que oferecem um mundo de cultura a quem quiser aproveitar. Alguns eventos, os maiores, como as bienais do livro, cobram entrada, é verdade, e o fato configura restrição para algumas pessoas, mas isso é um outro assunto. A maioria não cobra, felizmente.

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